Para conhecer o "Velho Mundo"
A leitora Denize nos escreveu perguntando como começar a estudar vinhos do velho mundo sem gastar muito, já que está muito acostumada aos vinhos chilenos e argentinos. É uma ótima pergunta, já que o aspecto mais assustador dos vinhos do velho mundo são seus preços e a pouca clareza dos rótulos em termos de informação sobre uvas e modo de produção.
Em primeiro lugar, há de se lembrar que os estilos são muito diferentes e é essencial sermos tolerantes com estas diferenças. Se buscarmos os sabores dos vinhos argentinos nos vinhos europeus, a frustração será certa.
Depois, é sempre bom ter um pouquinho de teoria à mão, já que não há muita informação nos rótulos.
Com isto, nos falta adotar um critério: pode ser uma região, uma uva, uma safra.
A partir daqui, vem a parte mais fácil - beber.
Dou um exemplo: o critério é "Sul da França". Tome um dia um vinho de Corbières, outro dia de Saint Chinian, outro de Faugères, e assim vai. Olhando no seu livro, no seu mapa, você saberá as uvas, como é a região, o clima e, ao mesmo tempo degustará seus sabores.
Trocar impressões e conhecimento com os amigos é uma maneira infalível de conhecer qualquer nova região.
Escrevam contando a experiência.
Em primeiro lugar, há de se lembrar que os estilos são muito diferentes e é essencial sermos tolerantes com estas diferenças. Se buscarmos os sabores dos vinhos argentinos nos vinhos europeus, a frustração será certa.
Depois, é sempre bom ter um pouquinho de teoria à mão, já que não há muita informação nos rótulos.
Com isto, nos falta adotar um critério: pode ser uma região, uma uva, uma safra.
A partir daqui, vem a parte mais fácil - beber.
Dou um exemplo: o critério é "Sul da França". Tome um dia um vinho de Corbières, outro dia de Saint Chinian, outro de Faugères, e assim vai. Olhando no seu livro, no seu mapa, você saberá as uvas, como é a região, o clima e, ao mesmo tempo degustará seus sabores.
Trocar impressões e conhecimento com os amigos é uma maneira infalível de conhecer qualquer nova região.
Escrevam contando a experiência.







3 Comentários:
Realmente um tema muito interessante. As regiões e sub-regiões européias (principalmente as francesas) são muito complexas - centenas de DOCs, AOCs - e vinhos ordinários, não raramente, se camuflam atrás de poderosos títulos como "França" e chegam ao Brasil com preços exorbitantes, não sei se agi da melhor forma Alexandra, mas optei por começar por Portugal e não me arrependi ao desfrutar suas delícias autóctones.
Fiz como você disse e convidando alguns familiares e amigos, montei um tipo de Confraria na qual nos reunimos mensalmente para degustações temáticas, é mais simples e mais prazeroso do que parece.
Como já dizia o Saul Galvão, “O negócio é passar bem”, ainda mais quando agregamos conhecimento e aprofundamos amizades, poucas coisas são melhores, não é?
Carissima Alexandra,
Sugestões de rótulos das regiões citadas? que prezem a relação preço/prazer..
Bjs
Kenzo
Muito interessante seu blog. o tema vinhos é um tema realmente delicioso de ler
Impressoes-de-Viagens.blogspot.com
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