Na memória, dois dos melhores restaurantes regionais do Recife
Além de visitas agradáveis a lugares como o charmoso Pomodoro (italiano, Boa Viagem) e o Bargaço (pescados: pastéis de camarão e bolinho de bacalhau seguidos por um ensopado de siri catado, nada mal), trago na bagagem lembranças especiais de dois endereços supersimpáticos. O foco é a culinária regional. Se você curte, visite:
1. Oficina do Sabor, Olinda. Eleito o melhor brasileiro/regional da cidade pelo júri de VEJA, o Melhor do Brasil. Gasto médio por pessoa: entre 50 e 70 reais.
Cartola, sobremesa da Oficina do Sabor. (Foto: Bárbara Wagner, Agência Lumiar)
O restaurante comandado pelo chef Cesar Santos ocupa um belo casarão no sítio histórico de Olinda, com mesas na varanda e uma bela vista. Para quem não tolera muito o calor, sobretudo na hora da refeição, a boa notícia é que acaba de ser inaugurada uma área climatizada. Charmosa e fresquinha. Ajuda a diminuir a espera por uma mesa disputada no lugar. A culinária é regional contemporânea, com ingredientes bem típicos. Na entrada, duas variações de queijo-de-coalho para petiscar. Chega grelhado e coberto com fatias de alho ou com ervas. As estrelas do cardápio são os pratos com jerimum: combinações variadas servidas na moranga/abóbora. É o caso da lagosta ao leite de coco. Outra sugestão de prato principal é o camarão ao molho de jaca, queijo-de-coalho e leite de coco. Ao lado dele, arroz de coentro.
Para a sobremesa, bolo souza leão com calda de café ou cartola (queijo coalho, banana e canela).
2. Parraxaxá, na Casa Forte com outra unidade em Boa Viagem. Indicado pelo júri como um dos melhores regionais no Recife. Gasto médio por pessoa: até 30 reais. É self-service.
Café da manhã no restaurante Parraxaxá. (Foto: Leo Caldas, Agência Titular)
Se você é do tipo que não tem medo de encarar o bufê generoso, prepare-se para um alegre festival de calorias. Nas mesas com dezenas de pratos salgados e doces -- servidos no café-da-manhã (fins de semana), almoço e jantar -- predominam os mais tradicionais itens da culinária local, da tapioca ao bolo de rolo. Tem costelinha de porco, pastel com queijo-de-coalho, carne-de-sol (sim, no café da manhã também!). Buchada, pernil de cordeiro e galinha ensopada, também. Para acompanhar, vai bem suco natural de graviola ou de cajá.
Não acabou: a mesa de doces inclui bolo de rapadura, baba-de-moça e souza leão.
O ‘petit gâteau nordestino caboclo’ é uma variação do petit gâteau, que conhecemos como aquele bolinho de chocolate com recheio cremoso e sorvete: no Parraxaxá, a variação é: bolo de rapadura bem consistente e sorvete (pode ser de cachaça ou de tapioca, levinhos).
1. Oficina do Sabor, Olinda. Eleito o melhor brasileiro/regional da cidade pelo júri de VEJA, o Melhor do Brasil. Gasto médio por pessoa: entre 50 e 70 reais.

Cartola, sobremesa da Oficina do Sabor. (Foto: Bárbara Wagner, Agência Lumiar)
O restaurante comandado pelo chef Cesar Santos ocupa um belo casarão no sítio histórico de Olinda, com mesas na varanda e uma bela vista. Para quem não tolera muito o calor, sobretudo na hora da refeição, a boa notícia é que acaba de ser inaugurada uma área climatizada. Charmosa e fresquinha. Ajuda a diminuir a espera por uma mesa disputada no lugar. A culinária é regional contemporânea, com ingredientes bem típicos. Na entrada, duas variações de queijo-de-coalho para petiscar. Chega grelhado e coberto com fatias de alho ou com ervas. As estrelas do cardápio são os pratos com jerimum: combinações variadas servidas na moranga/abóbora. É o caso da lagosta ao leite de coco. Outra sugestão de prato principal é o camarão ao molho de jaca, queijo-de-coalho e leite de coco. Ao lado dele, arroz de coentro.
Para a sobremesa, bolo souza leão com calda de café ou cartola (queijo coalho, banana e canela).
2. Parraxaxá, na Casa Forte com outra unidade em Boa Viagem. Indicado pelo júri como um dos melhores regionais no Recife. Gasto médio por pessoa: até 30 reais. É self-service.

Café da manhã no restaurante Parraxaxá. (Foto: Leo Caldas, Agência Titular)
Se você é do tipo que não tem medo de encarar o bufê generoso, prepare-se para um alegre festival de calorias. Nas mesas com dezenas de pratos salgados e doces -- servidos no café-da-manhã (fins de semana), almoço e jantar -- predominam os mais tradicionais itens da culinária local, da tapioca ao bolo de rolo. Tem costelinha de porco, pastel com queijo-de-coalho, carne-de-sol (sim, no café da manhã também!). Buchada, pernil de cordeiro e galinha ensopada, também. Para acompanhar, vai bem suco natural de graviola ou de cajá.
Não acabou: a mesa de doces inclui bolo de rapadura, baba-de-moça e souza leão.
O ‘petit gâteau nordestino caboclo’ é uma variação do petit gâteau, que conhecemos como aquele bolinho de chocolate com recheio cremoso e sorvete: no Parraxaxá, a variação é: bolo de rapadura bem consistente e sorvete (pode ser de cachaça ou de tapioca, levinhos).
Marcadores: recife; restaurantes regionais; cozinha nordestina







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