<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303</id><updated>2008-07-24T18:48:03.326-03:00</updated><title type='text'>O MELHOR DO BRASIL</title><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/index.shtml'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default'/><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml'/><author><name>Marcos Emílio Gomes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10363016997636056062</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>278</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-8622804753293549050</id><published>2008-07-24T12:34:00.008-03:00</published><updated>2008-07-24T18:48:03.565-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Restaurantes italianos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ragu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='culinária italiana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros'/><title type='text'>O tradicional ragu italiano e a Sophia Loren</title><content type='html'>Primeiro, a inspiração: o longa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sábado, Domingo e Segunda&lt;/span&gt; fala basicamente do ciúmes e do temperamento acalorado dos napolitanos a partir da história da família de Peppino e Rosa Priore, interpretados por Luca de Filippo e Sophia Loren. Outro personagem importante é o famoso ragu italiano, prato que a personagem de Sophia Loren começa a preparar no sábado, para o tradicional almoço de domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cotidiano do casal, seus filhos e outros parentes, é retratado num sobrado em um vilarejo de Nápoles. Rosa é exuberante, e uma verdadeira artista na cozinha. É bastante ciumenta – e o marido, esquentadinho, porém apaixonado, também o é. O filme mostra, portanto, os preparativos para o tradicional almoço de domingo. Rosa servirá sua especialidade: o ragu, junto de uma bela massa. Durante a refeição, Peppino, o marido, carrega nas tintas e diz que sua esposa está tendo um caso com outro homem. Os dois brigam e... vamos ao ragu (a fita está disponível em DVD para quem se interessar por filmes com a temática gastronômica...)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja uma das primeiras cenas do filme, em que a mama interpretada por Sophia Loren discute com outras donas de casa sobre o melhor jeito de preparar o ragu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="306" width="380"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/C-9hAlmDVjQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/C-9hAlmDVjQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" height="306" width="380"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O prato e suas variações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ragu deriva do francês ragoût, que significa guisado. Trata-se de um molho de tomate de longo cozimento, usado como acompanhamento de massas ou pratos como polenta, por exemplo. O ragu pode ser preparado com diversos tipos de carne: a bovina, de codorna ou de cordeiro. Há ainda versões com peixe, frango e verduras. É o que nos contou por telefone o chef italiano Mauro Cingolani, professor do &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/06/o-instituto-italiano-de-culinria-para.shtml" target="blank"&gt;Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros&lt;/a&gt;, que tem uma unidade no Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ragu leva horas para ser preparado. Para começar, antes de ser cozida junto com o molho de tomate, a carne fica marinando nos temperos. É preciso, portanto, muita paciência. O ragu é cozido em fogo baixo, mexendo constantemente. O objetivo de passar tanto tempo na panela é acentuar o sabor e deixar a textura mais densa. Antigamente as panelas ficavam no fogo por até 12 horas, mas hoje não se vê chefs cozinhando-as por mais de quatro horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ragu mais conhecido é à bolonhesa, originário de uma região chamada Emilia Romagna, onde está localizada a província de Bolonha. Nele a carne é incorporada ao molho, desfiada ou moída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra versão que é bastante requisitada é o ragu napolitano. Além da carne bovina, essa receita leva também costeletas de porco e vinho tinto. As carnes são retiradas antes de servir e saboreadas à parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas do chef Salvatore Loi, do Grupo Fasano, que pilota o melhor restaurante do Brasil, o italiano Fasano, na avaliação do júri de VEJA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para preparar o ragu perfeito, tem de respeitar o tempo de cozimento de cada carne. O frango e o cordeiro são mais delicados, de cozimento mais rápido. O ragu de boi já requer tempo bem maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Usar sempre um bouquet garni (ervas e temperos frescos que são colocados na panela amarrados por um cordão e retirados ao fim do cozimento) para enriquecer o sabor da carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restaurantes que servem o molho no país:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Belém&lt;/span&gt;: o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/editorial/m498/restaurantes#melhor" target="blank"&gt;Dom Giuseppe&lt;/a&gt;, que também ficou com o título de melhor da cidade serve espaguete com ragu de cordeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Campinas&lt;/span&gt;: o melhor da cidade, que também ficou com o título de melhor italiano é o&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m601/restaurantes#cidade" target="blank"&gt; Bellini Ristorante&lt;/a&gt;, que serve nhoque com ragu de ossobuco e papardelli com ragu de coelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Curitiba&lt;/span&gt;: o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/curitiba/editorial/m510/restaurantes#italiano" target="blank"&gt;Famiglia Fadanelli&lt;/a&gt; serve polenta com ragu de ossobuco ou cabrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espírito Santo&lt;/span&gt;: o restaurante &lt;a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/espirito_santo/restaurantes_grande.shtml#italiano" target="blank"&gt;O Mercador&lt;/a&gt; levou o título de melhor italiano da região. O raviolani de mussarela é coberto de ragu de carne e gratinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio de Janeiro&lt;/span&gt;: o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/4267/gero" target="blank"&gt;Gero&lt;/a&gt; serve ragu de coisecoi (carne de vitelo marinada no vinho tinto) com risoto parmegiana, ragu de ossobuco com risoto de açafrão e ragu de cordeiro com espaguete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São Paulo&lt;/span&gt; (a capital concentra o maior número de restaurantes italianos e está nela o melhor restaurante do Brasil):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100939.html?enderecoID=a384fc35ad751110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;Due Cuochi Cucina&lt;/a&gt; – ragu de coelho com fettuccine e ragu de rabada com espaguetini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100967.html?enderecoID=44875daf64422110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;Fasano&lt;/a&gt; – ragu de cordeiro com espaguete fresco, ragu de pato com massa fresca prensada e ragu de lagosta com espaguetini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100949.html?enderecoID=47286ae005d42110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;Jardim de Napoli&lt;/a&gt; - ragu de carne com fusilli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100989.html?enderecoID=6b50d5d47f530110VgnVCM1000000b0417ac____" target = "blank"&gt;Pasquale&lt;/a&gt; - o cliente pode escolher a massa de sua preferência, mas a sugestão é o orecchiette acompanhado de ragu de cordeiro.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/o-tradicional-ragu-italiano-e-sophia.shtml' title='O tradicional ragu italiano e a Sophia Loren'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=8622804753293549050&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/8622804753293549050'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/8622804753293549050'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-9157268528502330156</id><published>2008-07-24T12:26:00.006-03:00</published><updated>2008-07-24T18:22:19.943-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='receitas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ragu à bolonhesa'/><title type='text'>Receita de Ragu à Bolonhesa</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;600g de carne de porco magra&lt;br /&gt;600g de carne de vitelo&lt;br /&gt;100g de extrato de tomate&lt;br /&gt;1/4 de garrafa de vinho tinto&lt;br /&gt;100g de cebola&lt;br /&gt;50g de toucinho&lt;br /&gt;50g de manteiga&lt;br /&gt;50g de cenoura&lt;br /&gt;30g de salsão&lt;br /&gt;10g de salsinha&lt;br /&gt;8g sálvia&lt;br /&gt;10g de manjericão&lt;br /&gt;10g de cogumelos porcini secos&lt;br /&gt;Pimenta-do-reino preta e sal a gosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar os porcini em molho em pouca água morna e reservar. Amarrar as ervas aromáticas. Preparar um “battuto” com o toucinho, a cebola picada finíssima, assim como a cenoura e o salsão e fritar bem na manteiga, numa panela. Juntar as carnes cortadas grosseiramente e deixar dourar. Acrescentar o vinho e deixar evaporar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionar o molho de tomate, os cogumelos em pedaços, sal e pimenta. Cozinhar em fogo baixo por cerca de uma hora adicionando, se necessário, água fervente ou caldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Observações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O “bolonhesa” pode ser enriquecido com a adição de fígado de frango ou substituindo parte do toucinho por presunto cru.&lt;br /&gt;- O molho de tomate concentrado, que no passado era preparado e conservado em garrafas por muitas famílias, hoje é impropriamente substituído por tomates pelados ou extrato de tomate diluído com água. Este último, de qualquer forma, é preferível aos tomates pelados já que apresenta menor acidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*) Esta é uma receita fornecida pelo &lt;/span&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/06/o-instituto-italiano-de-culinria-para.shtml" target="blank"&gt;Instituto Italiano de Culinária para Estrangeiros&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/receita-do-ragu-bolonhesa.shtml' title='Receita de Ragu à Bolonhesa'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=9157268528502330156&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/9157268528502330156'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/9157268528502330156'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-5701984282129325428</id><published>2008-07-23T12:44:00.009-03:00</published><updated>2008-07-23T18:29:53.133-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casa da Dinha do Acarajé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bahia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cocada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vatapá'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Barraca da Regina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Salvador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Varal da Dadá'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Barraca da Cira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tabuleiro da baiana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alaíde do Feijão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acarajé da Cema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Acarajé'/><title type='text'>No tabuleiro da baiana tem...</title><content type='html'>Na canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;No Tabuleiro da Baiana&lt;/span&gt; (1936), o mineiro de Ubá Ary Barroso (1903-1964), um dos principais nomes da nossa música e famoso por traduzir em suas composições a vida do povo brasileiro, exibia algumas delícias da cozinha baiana. Para lembrar, um trecho da música que estourou no carnaval de 1932, na voz de Carmen Miranda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No tabuleiro da baiana, tem&lt;br /&gt;Vatapá, oi&lt;br /&gt;Caruru&lt;br /&gt;Mungunzá, oi&lt;br /&gt;Tem umbu&lt;br /&gt;Prá Ioiô&lt;br /&gt;Se eu pedir você me dá?&lt;br /&gt;O seu coração Seu amor de Iaiá? (...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, portanto, nossa idéia é identificar os principais componentes do tabuleiro – as especialidades preparadas pelas baianas com trajes típicos (a saia longa e o turbante: tudo branco) e geralmente vendidas nas ruas. O costume é bastante antigo, começou com a atividade das escravas negras e muitos quitutes também têm origem em costumes do candomblé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tabuleiro das baianas tem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;acarajé&lt;/span&gt;: massa frita feita com feijão fradinho, frita em azeite de dendê e recheada com vatapá, camarão seco, pimenta, cebola, tomate. Pode levar caruru&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;abará&lt;/span&gt;: é a massa do acarajé, só que cozida e não frita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;bolinho de estudante&lt;/span&gt;: feito com tapioca e coco, é frito e passado no açúcar e na canela. O bolinho tem esse nome porque é uma receita muito barata, mas ele também é conhecido como "punhetinha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;cocada&lt;/span&gt;: o coco seco é cozido em água com mel de rapadura ou açúcar. A mistura é despejada no tabuleiro e cortada em quadrados nem sempre regulares. Essa é a receita mais tradicional, outras versões também levam leite condensado ou ovos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;caruru&lt;/span&gt;: quiabo cozido, camarão seco e castanha-de-caju&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;efó&lt;/span&gt;: preparado com camarão seco, ervas e verduras (normalmente taioba, língua-de-vaca e  e mostarda), mais azeite de dendê e pimenta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mungunzá&lt;/span&gt;: espécie de mingau feito de grãos de milho branco, açúcar, leite de coco, polvilho e canela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;umbu&lt;/span&gt;: fruto do umbuzeiro (do tupi ymbu, água que dá de beber). É bastante suculento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;vatapá&lt;/span&gt;: recheio do acarajé e também pode acompanhar outros pratos. Para prepará-lo, a farinha de mandioca ou de pão é deixada de molho em água. Só então incorpora-se à ela azeite de dendê, cebola, alho, coentro, camarão seco, gengibre, leite-de-coco, castanha-de-caju, amendoim e pimenta&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bia Parreiras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/acaraje-da-cira-706404.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/acaraje-da-cira-706399.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na edição de &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/?regiao_id=salvador" target="blank"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;VEJA, O Melhor de Salvador,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; é escolhido o acarajé mais saboroso da cidade. O atual dono do título é o quitute da &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m183/comidinhas#acaraje" target="blank"&gt;Barraca da Regina&lt;/a&gt;. A baiana teve seu primeiro tabuleiro aos 13 anos, na Praia de Patamares. Hoje administra o negócio e prepara a massa, com a ajuda de quinze parentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos três endereços (em Rio Vermelho, Pituaçu e Graça), são vendidos em média de 900 acarajés por dia. Há também bolinho de estudante, cocadas, abará, vatapá, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Xando Pereira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/cocada-da-cira-777038.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/cocada-da-cira-776870.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os jurados da capital baiana também escolhem a melhor cocada. E ela está na &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m183/comidinhas#cocada" target="blank"&gt;barraca da Cira&lt;/a&gt;. A quituteira por lá é Jaciara de Jesus Santos, que aprendeu a cozinhar com a mãe e tem seu tabuleiro desde 1956. Hoje, as receitas já passaram para a quarta geração: a neta de Cira, Aline, está no comando da mais nova unidade da “rede”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É Cira quem prepara os quitutes em sua casa e os distribui para os três endereços na cidade (Rio Vermelho, Itapuã e Lauro de Freitas). São servidos também abarás, doce de tamarindo e bolinho de estudante. A cocada campeã é vendida em três versões: puxa (com muitos pedacinhos de coco e rapadura), branca e morena (de coco queimado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas baianas que preparavam quitutes para vender nos tabuleiros acabaram abrindo seus próprios restaurantes e hoje oferecem cardápios mais variados. O &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/restaurantes/27703/varal-da-dada" target="blank"&gt;Varal da Dadá&lt;/a&gt; talvez seja o mais famoso deles. Adalice dos Santos já vendeu até marmita e mingau em seu tabuleiro, mas em 2000 inaugurou o Varal da Dadá. O salão do restaurante fica na casa onde ela morava com a família, no bairro Federação, e algumas roupas coloridas penduradas em um varal fazem parte da decoração. Na sexta-feira, tem bufê com sete clássicos da comida baiana, entre eles moqueca, bobó de camarão e galinha ao molho pardo. A cocada em calda servida na versão branca e preta recebeu três votos do júri como a melhor da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros restaurantes que começaram com os tabuleiros das baianas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/restaurantes/27914/alaide-do-feijao" target="blank"&gt;Alaíde do Feijão&lt;/a&gt;: a casa no Pelourinho pertence a Alaíde Conceição, que ainda era adolescente quando assumiu um tabuleiro ao lado do Elevador Lacerda. Na sexta-feira o restaurante serve "comida de azeite": xinxim de galinha, caruru, vatapá e feijão fradinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/restaurantes/27692/casa-da-dinha-do-acaraje" target="blank"&gt;Casa da Dinha do Acarajé&lt;/a&gt;: Lindinalva de Assis montou seu restaurante próximo ao tabuleiro, no Rio Vermelho. A dica é começar com a casquinha de siri e provar também a moqueca de camarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/restaurantes/27711/acaraje-da-cema" target="blank"&gt;Acarajé da Cema&lt;/a&gt;: o tabuleiro de Maria Iracema ampliou o cardápio ao se mudar para um casarão em Lauro de Freitas. As receitas regionais disputam a preferência da clientela com novas opções da cozinha variada, caso da picanha grelhada acompanhada de arroz e batata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, esse papo de comida baiana deve provocar o apetite de muita gente que não tem a sorte de estar agorinha em Salvador, com um tabuleiro bem fornido ao alcance das mãos. Uma boa opção para essas pessoas é o restaurante Bargaço, que tem unidades no &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/restaurantes/31920/bargaco" target="blank"&gt;Recife&lt;/a&gt;, em &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia/restaurantes/30122/bargaco" target="blank"&gt;Brasília&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100726.html?enderecoID=a0b4c01656c20110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;São Paulo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/restaurantes/28452/bargaco" target="blank"&gt;Fortaleza&lt;/a&gt;, João Pessoa (e &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/restaurantes/27693/bargaco" target="blank"&gt;Salvador&lt;/a&gt;) e serve acarajés de dar água na boca.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/no-tabuleiro-da-baiana-tem.shtml' title='No tabuleiro da baiana tem...'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=5701984282129325428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5701984282129325428'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5701984282129325428'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-5399124928931531560</id><published>2008-07-22T13:00:00.003-03:00</published><updated>2008-07-22T14:16:15.613-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gramado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Canela'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio Grande do Sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Serra Gaúcha'/><title type='text'>Inverno quente em Canela e Gramado</title><content type='html'>Temperatura baixa, inverno quente. &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=1557" target="blank"&gt;Canela&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=2903" target="blank"&gt;Gramado&lt;/a&gt; são cidades vizinhas, localizadas na Serra Gaúcha e ambas são famosas pelo frio: o termômetro costuma marcar temperaturas muito baixas no inverno. Este ano, até o mês de junho, a temperatura mínima chegou a um grau negativo. A arquitetura alemã dá uma forcinha aos que querem brincar de ‘faz-de-conta que estou fora do Brasil’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vamos tratar de algumas atrações desses dois destinos. Para chegar a ambos há vôos partindo de diversas capitais. É voar até Porto Alegre e seguir de carro ou ônibus por mais uma hora e meia, sendo que o trecho principal é percorrido na BR-116. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canela fica a 140 quilômetros de Porto Alegre. Atrai tanto gente que só quer aproveitar o friozinho para descansar e fazer um programa romântico como os que procuram esportes de aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que ver:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alex Silveira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/cachoeira-do-caracol-762320.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/cachoeira-do-caracol-762318.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&gt;&gt;A Cascata do Caracol &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(foto)&lt;/span&gt;, com 131 metros de altura, é considerada cartão-postal da cidade. É a maior cachoeira do Rio Grande do Sul e fica no &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=109441" target="blank"&gt;Parque do Caracol&lt;/a&gt;. Há um mirante de onde os visitantes podem ver a queda d’água e um elevador panorâmico que aproxima os turistas da cascata. Quem quiser ir até a base da cachoeira, precisa de muita disposição. O trajeto é feito por uma escada de 750 degraus (a subida de volta demora em média 40 minutos). A cada 100 metros a um ponto de descanso. Há ainda quatro trilhas para quem quiser se aventurar.&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3278-3035&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preço dos ingressos: 8 reais (crianças até 5 anos não pagam, entre 6 e 11 e idosos pagam meia entrada). A visita ao elevador panorâmico é paga à parte e custa 6 reais por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;A três quilômetros do centro fica o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=208730" target="blank"&gt;Alpen Park&lt;/a&gt;, onde é possível passear de trenó por 900 metros. No percurso há uma queda em que o veículo atinge até 40 quilômetros por hora, mas os passageiros podem controlar a velocidade. É possível fazer também tirolesa e o arvorismo.&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3282-9752&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preços: o parque cobra por atividade: o trenó custa 14 reais, a tirolesa 20 e o arvorismo 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Onde ficar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para hospedagem em Canela, a dica é o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=169564" target="blank"&gt;Laje de Pedra Mountain Village&lt;/a&gt;. O apartamentos são modernos e os hóspedes têm mimos como piso aquecido e menu de travesseiros. Há disponibilidade a partir do dia 27 de julho. As diárias para o casal com café da manhã custam entre 220 e 330 reais.&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3278-9900&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramado tem mais vocação para o romance do que para esportes de aventura. O clima é perfeito para os casais, com hotéis aconchegantes e restaurantes sofisticados. Recebe, anualmente, 2 milhões de turistas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Valdemir Cunha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/portal-de-gramado-771801.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/portal-de-gramado-771798.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Portal na entrada de Gramado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, no entanto, a cidade fica agitada com o Festival de Cinema, que acontece na segunda semana. É o principal evento do gênero no país, realizado desde 1973. Nesse período a cidade fica tomada por atores, diretores e jornalistas. O festival premia produções ibero-americanas, com sessões que acontecem no Palácio dos Festivais e são abertas ao público que pode votar no filme preferido. Neste ano, começa no dia 10 e vai até 16 de agosto. Quem quiser visitar a cidade nesse período precisa apressar-se porque a procura por hospedagem é grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que ver&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cidade, vale a pena visitar o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=148363&amp;amp;destino=2903" target="blank"&gt;Museu Hollywood Dream Cars&lt;/a&gt;. O espaço expõe carros americanos produzidos entre as décadas de 1920 e 1970, ao som de clássicos dos anos 60. São 26 veículos e 8 motocicletas Harley-Davidson. Diverte adultos e crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3286-4515&lt;br /&gt;Preço do ingresso: R$ 15,00 adultos, R$ 12,00 crianças até 12 anos e R$ 7,50 idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Onde comer &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramado possui um restaurante estrelado no Guia Quatro Rodas. É o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/restaurantes/pop_rest.php?cod_rest=102940&amp;amp;destino=2903" target="blank"&gt;Belle du Valais&lt;/a&gt;, que tem um ambiente romântico, à meia-luz. A especialidade da casa são as fondues.  Além das opções de queijo e chocolate, a fondue de carne pode ser servida com filé mignon, frango, cordeiro ou vitela. Os cubinhos são grelhados em uma pedra vulcânica. Há outros pratos, como o carré de cordeiro com purê de menta e molho de alecrim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3286-1744&lt;br /&gt;Faixa de preço por pessoa: 76 a 100 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quiser provar uma refeição típica da região, vale a pena experimentar o café colonial do &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/restaurantes/pop_rest.php?cod_rest=102933" target="blank"&gt;restaurante Bela Vista&lt;/a&gt;. Mas é importante chegar com o estômago vazio, pois a variedade é absurda: são mais de 80 pratos diferentes. Além dos tradicionais pães, doces e café com leite, a mesa inclui também receitas como bife a milanesa, polenta frita e lombo de porco. Os clientes podem se servir à vontade, inclusive de vinho, e pagam o preço fixo de 32 por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3286-1608&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Onde ficar &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dica de hospedagem em Gramado é o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=100331&amp;amp;destino=2903" target="blank"&gt;Serrano Resort&lt;/a&gt;. O hotel tem entre suas atrações quatro restaurantes – italiano, japonês, especializado em carnes e de cozinha internacional. Os valores da diária incluem café da manhã e jantar e os hóspedes podem escolher entre os menus das quatro casas. Há disponibilidades apenas a partir do dia 27 e as diárias variam entre 520 e 820 para o casal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefone: (54) 3295-8000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(*)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como chegar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gramado fica a 130 quilômetros de Porto Alegre&lt;br /&gt;Canela fica a 140 quilômetros de Porto Alegre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os turistas costumam pegar vôos com destino à capital gaúcha e de lá fazem o traslado até a cidade serrana. A viagem entre Porto Alegre e Gramado dura aproximadamente uma hora e meia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passagens a partir de...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo de São Paulo - 710 reais&lt;br /&gt;Saindo de Belém - 1940 reais&lt;br /&gt;Saindo de Brasília - 840 reais&lt;br /&gt;Saindo de Fortaleza - 2080 reais</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/inverno-quente-em-canela-e-gramado.shtml' title='Inverno quente em Canela e Gramado'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=5399124928931531560&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5399124928931531560'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5399124928931531560'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-4775945053218488290</id><published>2008-07-21T13:39:00.007-03:00</published><updated>2008-07-21T17:04:18.351-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='receitas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casa dos Frios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolo Souza Leão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolo-de-rolo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recife'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pernambuco'/><title type='text'>Quitutes pernambucanos: bolo-de-rolo e bolo Souza Leão</title><content type='html'>Há quase dois meses, no fim de maio, o bolo Souza Leão foi considerado patrimônio imaterial do estado de Pernambuco. Juntou-se assim ao bolo-de-rolo que já tinha esse título há algum tempo. São portanto receitas protegidas, conservadas e valorizadas por sua importância histórica, cultural e, claro, gastronômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Souza Leão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita tradicional do Souza Leão leva açúcar, ovos, leite de coco e massa de mandioca. Tem coloração amarela e consistência próxima à de um pudim, cremosa.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mauro Holanda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-766312.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-766308.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bolo Souza Leão: patrimônio imaterial de Pernambuco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O doce foi criado por uma família portuguesa que chegou à região para trabalhar com cana de açúcar. A fórmula permaneceu em segredo por muito tempo. Era  a época  dos grandes engenhos, da cultura de açúcar no Brasil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora de engenho  Rita de Cássia Souza Leão  teria inventado a receita ao misturar ingredientes locais, como a mandioca e o leite de coco, ao jeito português de preparar sobremesas com ovos e  muito  açúcar. Hoje, existem diversas versões do bolo que foram sendo adaptadas a partir da original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um de seus livros, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre comenta que receitas como a do bolo-de-rolo e a do Souza Leão ficavam sempre escondidinhas atrás de uma cortina de ciúme das sinhás do engenho. O preparo era complexo e as sinhás consideravam as fórmulas tão valiosas quanto jóias de família. Foi aliás um livro de Gilberto Freyre, o clássico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Açúcar – Uma Sociologia do Doce&lt;/span&gt;, que ajudou a popularizar o Souza Leão, com algumas receitas. A primeira edição da obra é de 1939.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bolo-de-rolo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma espécie de rocambole. As camadas finíssimas de pão-de-ló são preenchidas com goiabada. A receita também foi inspirada em doces portugueses, mas ganhou o recheio genuinamente brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Léo Caldas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bolo-de-rolo-714103.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bolo-de-rolo-714100.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O bolo-de-rolo da Casa dos Frios levou o título de melhor de Recife&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No especial de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;VEJA, O Melhor de Recife&lt;/span&gt;, há a eleição do melhor bolo-de-rolo da cidade, título da delicatessen &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/editorial/m558/comidinhas#bolo" target="blank"&gt;Casa dos Frios&lt;/a&gt;, com uma unidade em Boa Viagem e outra no bairro de Graças. Até o papa João Paulo II, quando esteve na cidade em 1980, provou o doce de lá. São quatro camadas de massa e pesa cerca de 1 quilo. É vendido inteiro, numa embalagem especial. A receita da Casa dos Frios foi criada por Fernanda Dias, dona da loja. Ela adaptou uma versão do tradicional do bolo de modo que pudesse ser produzido com mais facilidade. O resultado, de massa fininha e recheio bem cremoso, está na mesa de muitos moradores, turistas e até gente de outros estados, que "encomenda" o doce a algum amigo ou parente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, a Casa dos Frios oferece diversas versões do bolo-de-rolo e também vende o Souza Leão. O bolo-de-rolo por lá tem com recheio de chocolate, doce de nozes, maracujá, ameixa ou até mesmo doce de leite. Conversamos com a loja e a brigada que trabalha com a Fernanda Dias deu algumas dicas para que o  o bolo-de-rolo fique perfeito. Ai vão as sugestões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A massa tem de ser assada em camadas finas e não pode ficar muito tempo no forno. Isso porque pode ressecar e quebrar na hora da montagem do bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A goiabada tem que ser derretida com água até ficar cremosa e precisa ser espalhada em camadas uniformes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na hora de servir, o mais indicado é cortar em fatias finas, quando mais fina melhor. Para acompanhar, o bolo pode ser servido com queijo do reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicamos abaixo duas receitas básicas para quem quiser preparar em casa. Uma de &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/receita-do-bolo-de-rolo.shtml" target="blank"&gt;bolo-de-rolo&lt;/a&gt; e outra do &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/receita-do-bolo-souza-leo.shtml" target="blank"&gt;Souza Leão&lt;/a&gt;. Sabemos que existem muitas fórmulas de família. Muitas mães, avós e tias são especialistas na arte de acertar o ponto desses doces. Portanto está aberto o espaço para quem desejar compartilhar o segredo da massa perfeita enviando receitas para o blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem estiver em outros estados e também quiser provar o bolo-de-rolo, ai vão alguns endereços que servem a tradicional receita:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em Natal, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/natal/editorial/m574/comidinhas#cafeteria" target="blank"&gt;São Braz Coffee Shop&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Em Curitiba, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/curitiba/comidinhas/35466/cafe-da-esquina" target="blank"&gt;Café da Esquina&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- No Rio, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/3564/esch-cafe" target="blank"&gt;Esch Café&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- Em São Paulo, o &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100743.html?enderecoID=da6d86db7b252110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;Sweet Pimenta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feito em casa ou comprado vai bem com um café fresquinho, não?</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/quitutes-pernambucanos-bolo-de-rolo-e.shtml' title='Quitutes pernambucanos: bolo-de-rolo e bolo Souza Leão'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=4775945053218488290&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/4775945053218488290'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/4775945053218488290'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-466957807743286925</id><published>2008-07-21T13:38:00.005-03:00</published><updated>2008-07-21T17:57:04.806-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='receitas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolo-de-rolo'/><title type='text'>Receita do bolo-de-rolo</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 xícaras de farinha de trigo&lt;br /&gt;2 xícaras de açúcar&lt;br /&gt;6 ovos&lt;br /&gt;200 gramas de manteiga&lt;br /&gt;300 gramas de goiabada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bater as claras em neve e reservar. Misturar o açúcar e as gemas na batedeira, acrescentar a manteiga e deixar batendo até virar uma massa homogênea. Colocar a farinha e por fim, misturando com a colher, as claras em neve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A massa deve ir ao forno em uma forma rasa untada e polvilhada com farinha de trigo. A mistura é bem consistente e deve ser espalhada com uma espátula para que a camada fique fina e uniforme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assar em forno pré-aquecido em temperatura média por cerca de cinco minutos. É preciso cuidado para que a massa não queime e fique ressecada, se isso acontecer o bolo pode quebrar na hora de enrolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fogo brando, derreta a goiabada com um pouco de água até que ela fique cremosa e homogênea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Montagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que o bolo sai do forno, ele deve ser colocado sobre um pano ou um pedaço de papel manteiga polvilhado com açúcar. Com a massa ainda quente, espalha-se uma fina camada de calda de goiabada sobre ela. O bolo deve ser enrolado cuidadosamente. Repete-se o processo com uma nova massa até que o bolo ganhe o diâmetro desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Esta é uma receita básica do bolo fornecida pela equipe da Casa dos Frios.&lt;/span&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/receita-do-bolo-de-rolo.shtml' title='Receita do bolo-de-rolo'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=466957807743286925&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/466957807743286925'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/466957807743286925'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-3293432198377103309</id><published>2008-07-21T13:37:00.005-03:00</published><updated>2008-07-21T19:39:13.947-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='receitas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bolo Souza Leão'/><title type='text'>Receita do bolo Souza Leão</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ingredientes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;500 gramas de massa de mandioca&lt;br /&gt;5 gemas&lt;br /&gt;leite de dois cocos (equivalente a duas garrafinhas)&lt;br /&gt;800 gramas de açúcar&lt;br /&gt;400ml de água&lt;br /&gt;500 gramas de manteiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Modo de Preparo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dissolver o açúcar na água em fogo brando até virar um melado. Jogar a calda na massa de mandioca e depois acrescentar o leite de coco e as gemas. Passar a mistura duas vezes na peneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar a massa em uma forma alta untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo. O bolo deve ser assado por cerca de uma hora em fogo médio. Quando ficar bem dourado, está pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Esta é uma receita básica do bolo fornecida pela equipe da Casa dos Frios.&lt;/span&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/receita-do-bolo-souza-leo.shtml' title='Receita do bolo Souza Leão'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=3293432198377103309&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/3293432198377103309'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/3293432198377103309'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-3192747538412300242</id><published>2008-07-18T13:02:00.010-03:00</published><updated>2008-07-18T16:07:42.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curitiba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='destinos culturais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belém'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recife'/><title type='text'>As capitais culturais do Brasil, por região</title><content type='html'>O júri da última edição de &lt;a href="http://veja.abril.com.br/especiais/brasil_2007/index.html" target="blank"&gt;VEJA, O Melhor do Brasil&lt;/a&gt; elegeu por todo o país os restaurantes e os hotéis mais bacanas e charmosos, os roteiros de natureza e tantas outras atrações que já foram assunto por aqui. Mas houve também a escolha de cinco destinos culturais. E é esse o paladar, digamos assim, da conversa de hoje: as capitais culturais do Brasil, por região.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;André Penner&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/BELEM-754133.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/BELEM-754106.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O interior do Teatro da Paz, em Belém&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No Norte, a capital cultural é &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/" target="blank"&gt;Belém&lt;/a&gt;. Muitos turistas procuram a cidade pelas belezas naturais da região, mas a riqueza histórica e a gastronômica também são fortes atrativos. A capital paraense passou por uma repaginação que começou no ano 2000. A &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=154389" target="blank"&gt;Estação das Docas&lt;/a&gt;, a beira da baía do Guajará, e o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=164067" target="blank"&gt;Pólo Joalheiro&lt;/a&gt;, antes um presídio esquecido, foram reformados. As construções neoclássicas lembram o tempo do auge do ciclo da borracha. O &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=140032" target="blank"&gt;Teatro da Paz&lt;/a&gt;, por exemplo, foi inaugurado em 1878 e tem afrescos nas paredes e no teto, piso de madeira nobre e lustres de cristal. Uma boa dica para quem tiver planos de visitar a cidade no mês de outubro é conferir a &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=109203" target="blank"&gt;Círio de Nazaré&lt;/a&gt;, maior festa religiosa do Norte do Brasil, costuma reunir dois milhões de pessoas e acontece todo segundo domingo de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cartaz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://www.estacaodasdocas.com.br/cine_estacao.html" target="blank"&gt;Cine Estação&lt;/a&gt;: localizado na Estação das Docas. A programação não fica presa ao circuito comercial. Os ingressos custam 5 reais. Está em cartaz a fita &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Valsa Para Bruno Stein&lt;/span&gt;. É um drama do diretor Paulo Nascimento, com Walmor Chagas e Ingra Liberato. A sala recebe filmes de festivais como o &lt;a href="http://www.animamundi.com.br/" target="blank"&gt;Anima Mundi&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://www.centralcinevideo.com/" target="blank"&gt;Mostra Curta Pará Cine Brasil&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.festcinebelem.com.br/" target="blank"&gt;Festival de Belém do Cinema Brasileiro&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Exposição Color Bar&lt;/span&gt;: em cartaz no Espaço Cultural do Banco da Amazônia até o dia 8 de agosto. A mostra reúne quatro vídeos da artista Melissa Barbery: "Vermelho", "Apartamento 1102", "Dionísio" e "Paisagem RGB". Os curtas são projetados em salas separadas. O telefone é (91) 4008-3670.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bárbara Wagner&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/RECIFEx-799257.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/RECIFEx-799255.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na região Nordeste, &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife" target="blank"&gt;Recife&lt;/a&gt;, a capital mais antiga capital brasileira, é também a capital cultural, com seu rico patrimônio histórico e arquitetônico. Os jurados consideram imperdível  uma caminhada pelo bairro Poço da Panela, perto do tradicional Casa Forte, e repleto de casas históricas preservadas. A &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=112861" target="blank"&gt;Fundação Gilberto Freyre&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(foto)&lt;/span&gt;, onde fica a casa em que morou o sociólogo, também é uma referência. Uma das principais atrações da cidade é o &lt;a href="http://www.carnavaldorecife.com.br/" target="blank"&gt;Carnaval Multicultural&lt;/a&gt; que acontece desde 2001. Shows de artistas da região como Otto, Lenine e Alceu Valença acontecem junto com apresentações do já centenário frevo e do maracatu. Em 2008, a festa levou à Recife 1,5 milhão de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cartaz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Reflexões Parisienses nº1&lt;/span&gt; – a mostra traz imagens de Paris feitas pelo fotógrafo pernambucano Marcus Brandão. São trinta fotos feitas com sobreposição de planos. Entre as imagens estão monumentos como o Arco do Triunfo e a silhueta da igreja Sácre Coeur. A exposição está em cartaz na Aliança Francesa que fica no bairro de Derby, até o dia 29 de agosto e é grátis. Telefone: (81) 3222-0918&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Fogo da Vida&lt;/span&gt; - a peça trata do romance entre a escritora, poetisa e psicanalista Lou Andréas-Salomé e o poeta Rainer Maria Rilke, na segunda metade do século XIX. A montagem tem texto de Sônia Bierbard e Gustavo Falcão, e direção de João Motta. Bierbard, que está comemorando 30 anos de carreira também assina a produção e divide o palco com o ator André Riccari. As apresentações acontecem no Teatro do Parque e os ingressos custam 10 reais. Em cartaz somente até 27 de julho. Telefone: (81) 3232-1553.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ana Araújo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/BRASILIA-759392.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/BRASILIA-759339.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Congresso Nacional, em Brasília&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia" target="blank"&gt;Brasília&lt;/a&gt; foi eleita pelos jurados do especial de VEJA, O Melhor do Brasil, o melhor destino cultural da região Centro-Oeste. Com mais de 2 milhões e 300 mil habitantes, prédios monumentais, largas avenidas e noventa hotéis, tem-se ali uma efervescente cena gastronômica e cultural. A movimentação política ajuda a tornar o lugar um centro onde as coisas acontecem. Imperdível, na avaliação do júri é o &lt;a href="http://www.sc.df.gov.br/festival/" target="blank"&gt;Festival de Brasília do Cinema Brasileiro&lt;/a&gt; que acontece sempre no mês de novembro e este ano chega à sua 41ª edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cartaz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;José Dumont – O Homem que Virou Cinema&lt;/span&gt;: uma mostra de cinema no Centro Cultural Banco do Brasil, na Asa Sul, homenageia o ator  paraibano José Dumont. Desde o dia 15 de julho e até 3 de agosto estão em cartaz vinte filmes com o ator. Destaque para as cópias restauradas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Homem que Virou Suco&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Memórias do Cárcere&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Abril Despedaçado&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Morte e Vida Severina &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Hora da Estrela&lt;/span&gt;. Os ingressos custam 4 reais e o telefone é (61) 3310-7087.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Não sobre o Amor&lt;/span&gt;: a peça é dirigida por Felipe Hirsch e faz uma reflexão sobre exílio, solidão e amor. Os atores Leonardo Medeiros e Arieta Correa dão vida a um casal de escritores. O texto é baseado em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Letters not about love&lt;/span&gt;, livro que reúne a correspondência - entre cartas verídicas e ficcionais - trocada por Victor Shklovsky e Elsa Triolet, no início do século XX. A peça fica em cartaz também no Centro Cultural Banco do Brasil até o dia 3 de agosto. O telefone é (61) 3310-7087.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bia Parreiras&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/SAO-PAULO-709711.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/SAO-PAULO-709708.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No Sudeste, &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/" target="blank"&gt;São Paulo&lt;/a&gt; foi escolhida como a capital mais rica em atividades culturais, agitada até na alta madrugada. Dos 9 milhões de turistas que visitam a capital todo ano, metade viaja a negócios. Só para ter uma idéia, a cada três dias uma nova feira ou convenção acontece na cidade. A &lt;a href="http://www2.uol.com.br/mostra/31/" target="blank"&gt;Mostra Internacional de Cinema&lt;/a&gt;, maior evento voltado para a sétima arte do país, acontece sempre no mês de outubro. No último ano, o festival recebeu 220 mil pessoas que assistiram aos mais de 400 filmes em cartaz. São Paulo tem, na região da Luz, uma trinca cultural fortíssima: a &lt;a href="http://www.pinacoteca.org.br/" target="blank"&gt;Pinacoteca do Estado&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(foto)&lt;/span&gt;, a Estação Pinacoteca e o &lt;a href="http://www.estacaodaluz.org.br/" target="blank"&gt;Museu da Língua Portuguesa&lt;/a&gt;, único no mundo, pelo menos por enquanto, dedicado a um idioma. Em dois anos de vida, já atraiu mais de um milhão de visitantes. Estreou por lá, na última terça, a mostra em homenagem ao escritor Machado de Assis. É o preferido dos paulistanos e, além de oferecer exposições temporárias, usa recursos multimídia (áudio, vídeo e computador) para contar a história e colocar as pessoas em contato com a língua portuguesa. Ali pertinho tem também a &lt;a href="http://www.salasaopaulo.art.br/" target="blank"&gt;Sala São Paulo&lt;/a&gt;, sede da Orquestra Sinfônica do Estado e que recebe também as mais importantes formações do mundo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rafael Jacinto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/CURITIBA1-786148.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/CURITIBA1-786106.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Palácio de vidro no Jardim Botânico de Curitiba&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No Sul, &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/curitiba" target="blank"&gt;Curitiba&lt;/a&gt;, no Paraná, ficou com o título de melhor destino cultural da região. É uma economia forte na região sul, com mais de 900 fábricas instaladas em sua Cidade Industrial, mas os muitos teatros, salas de cinema e museus são um ótimo pretexto para explorar a cidade, mesmo que o motivo principal da visita sejam os negócios. Nos dias ensolarados, a dica é um passeio por parques como o Jardim Botânico e o Barigüi.  A capital paranaense recebe grandes festivais de música durante o ano. Um deles é o Tim Festival, que traz shows de grandes nomes da música internacional. Em março, recebe o festival de teatro que caminha para a 18ª e é o maior do gênero no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cartaz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Estréia hoje no Teatro Positivo, na Cidade Industrial, a peça &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Produtores&lt;/span&gt;: uma adaptação do musical da Broadway com Miguel Falabella, Vladimir Brichta e Juliana Paes. O elenco já passou por capitais como Rio e São Paulo. É a história de um produtor fracassado, que se envolve com um contador e acabam fazendo uma produção de sucesso. A montagem dirigida pelo próprio Falabella terá seis apresentações. Os preços dos ingressos variam entre 143 e 283 reais, mas com a doação de um quilo de alimento não perecível esse valor cai 40%. O telefone para mais informações é (41) 3315-0808. Ainda há ingressos disponíveis para todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Casa Cor&lt;/span&gt;: o maior evento de decoração do país, que acontece em diversas capitais brasileiras, tem agora sua edição curitibana que já se encerra no próximo domingo dia 20. Ainda dá tempo de visitar a mostra que está montada no Clube Concórdia no Centro Histórico da cidade. Os ingressos custam 22 reais.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/as-capitais-culturais-do-brasil-por.shtml' title='As capitais culturais do Brasil, por região'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=3192747538412300242&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/3192747538412300242'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/3192747538412300242'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-1654610900365368879</id><published>2008-07-17T13:14:00.002-03:00</published><updated>2008-07-17T13:32:40.815-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caxias do Sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Château Lacave'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Juazeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Garziera'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vale do São Francisco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bento Gonçalves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Garibaldi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Petrolina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Salton'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vinícolas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vale dos Vinhedos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chandon'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ViniBrasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Miolo'/><title type='text'>Roteiros de vinhos no Nordeste e no Sul do Brasil</title><content type='html'>Começamos pelo Vale do São Francisco, mais precisamente entre Bahia e Pernambuco, que já há alguns anos tem chamado a atenção por sua produção da bebida, mostrando que os vinhos podem dar certo mesmo em lugares quentes. O primeiro vinho produzido com uvas cultivadas no Vale do São Francisco teria sido lançado nos anos 80, mas nos últimos dez, quinze anos é que a produção intensificou-se mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região oferece as condições necessárias para o cultivo: sol (que favorece o amadurecimento e a concentração de açúcar) e grande variação de temperatura entre o dia e a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Petrolina, a 715 quilômetros de Recife e na divisa com a Bahia, nossos colegas do Guia Quatro Rodas indicam dois passeios em vinícolas – é bom lembrar que a região ainda está se estruturando para receber turistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Na &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=275700" target="blank"&gt;ViniBrasil&lt;/a&gt; as visitas monitoradas duram entre uma hora e meia e duas horas e custam 10 reais por pessoa. Os visitantes passam pelos vinhedos, pela adega, pela sala climatizada que abriga as barricas e pela loja de vinhos. O tour dá direito à degustação de três variedades da bebida e aperitivos. Reservas: (87) 3860-1587.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pablo de Sousa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-Garziera-775493.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-Garziera-775456.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Parreiras da vinícola Garziera, no Vale do São Francisco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Na &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=163715" target="blank"&gt;Garziera&lt;/a&gt;, que fica em Lagoa Grande, a pouco mais de 70 quilômetros de Petrolina, o percurso entre os parreirais e uma área onde é possível observar parte do processo de elaboração da bebida dura uma hora e meia. Para fechar, degustação de dez variedades harmonizadas, no caso, com queijo de cabra. O valor por pessoa também é de 10 reais. Reservas: (87) 3869-9212&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde ficar: como a região ainda começa a se estruturar para receber turistas, as opções de hospedagem ainda são um tanto restritas. Os hotéis da região têm acomodações simples. O Costa do Rio, indicado pelo Guia4Rodas, fica em Petrolina mesmo e tem diárias a 100 reais para o casal. O preço inclui café da manhã, mas só há disponibilidade a partir do dia 27 de julho. O telefone para reservas é (87) 2101-1313.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sul do país é mais tradicional nesse tipo de roteiro turístico. A produção de vinhos concentra-se principalmente nas cidades de &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=936" target="blank"&gt;Bento Gonçalves&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=2812" target="blank"&gt;Garibaldi&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=1821" target="blank"&gt;Caxias do Sul&lt;/a&gt;. A região nessa época do ano é bem fria e atrai muitos turistas, principalmente os casais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira parada é Bento Gonçalves, a 128 quilômetros de Porto Alegre. A temperatura no inverno chega a 3 graus negativos.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Marcelo Curia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-salton-710880.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-salton-710825.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Barricas de carvalho na cave da Vinícola Salton, no Vale dos Vinhedos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&gt;&gt;&lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=165761" target="blank"&gt;Salton&lt;/a&gt;: a visita é grátis e não inclui o parreiral. Os turistas podem conhecer de perto o processo de produção e engarrafamento de vinhos. É possível fazer o passeio todos os dias, inclusive nos fins de semana. Mas a dica é ir à Salton durante a semana para ver o movimento do pessoal trabalhando na linha de produção. No final do passeio, há degustação de vinhos e os turistas podem comprar garrafas. (54) 2105-1000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;A &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=112742" target="blank"&gt;Miolo&lt;/a&gt; oferece três tipos diferentes de visitas, pagando 5, 10 ou 15 reais. O que muda é a variedade de vinhos degustados no final. É possível conhecer os parreirais, a área de envelhecimento e  de engarrafamento. O passeio dura cerca de uma hora. É concorrido então recomenda-se agendar, sobretudo para grupos maiores. (54) 2102-1540.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde ficar: &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=157535" target="blank"&gt;Villa Michelon&lt;/a&gt;. O hotel já é uma atração, com muita área verde, pomar e parreirais. Tem um pequeno museu que conta a história do vinho, uma minifazendinha para as crianças e um restaurante com grande adega recheada apenas de rótulos produzidos na região. As diárias variam entre 244 e 444 reais para o casal, com café da manhã. O telefone do hotel é (54) 3459-1800. Na classificação do Guia Quatro Rodas, é um hotel confortável.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-chandon-788163.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/vinicola-chandon-788131.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Plantação de uvas da Chandon no Vale dos Vinhedos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em Garibaldi, a 115 quilômetros da capital gaúcha, a &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=111597" target="blank"&gt;Chandon&lt;/a&gt; oferece visitação grátis, mas grupos com mais dez pessoas precisam agendar com antecedência. O passeio inclui um trajeto monitorado pelas etapas de produção da bebida. No final, há degustação de tintos e espumantes e os turistas podem comprar garrafas na loja da vinícola. Não há passeios aos domingos. O telefone é (54) 3462-2499.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Caxias do Sul, a 137 quilômetros de Porto Alegre, o passeio acontece no &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=167622" target="blank"&gt;Château Lacave&lt;/a&gt;: a visita guiada custa 5 reais por pessoa, mas se o cliente comprar algum produto na loja da vinícola ou mesmo almoçar no restaurante especializado em cozinha italiana que fica dentro dela, ele não paga nada. No passeio, os turistas podem conhecer uma réplica de um castelo medieval, a adega e o local onde ficam armazenados os barris de carvalho. Não há visitas aos domingos. O telefone é (54) 4009-4822.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Caxias do Sul, está localizado o hotel da mais bem avaliado da região pelo Guia Quatro Rodas. O &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/hoteis/pop_hosp.php?cod_hosp=162309" target="blank"&gt;Intercity Premium&lt;/a&gt; foi considerado “muito confortável” pelos avaliadores do Guia. Ainda há disponibilidades a partir do dia 20 de julho e as diárias variam entre 157 e 294 reais. O telefone para reservas e mais informações é (54) 3026-1000.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/roteiros-de-vinhos-no-nordeste-e-no-sul.shtml' title='Roteiros de vinhos no Nordeste e no Sul do Brasil'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=1654610900365368879&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/1654610900365368879'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/1654610900365368879'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-5287164011949516672</id><published>2008-07-16T13:08:00.005-03:00</published><updated>2008-07-17T14:38:24.554-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio de Janeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Le Bateau Ivre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='La Chaumière'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='La Brasserie Erick Jacquin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aniversário de São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maison do Bomfim'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Olympe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chez Philippe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Porto Alegre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cozinha francesa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recife'/><title type='text'>A cozinha francesa</title><content type='html'>Ontem tratamos aqui dos apetites por comida árabe. Agora vamos para a França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução que deu à cozinha francesa o status que conhecemos hoje começou lá em mil e quinhentos e alguma coisa, quando a a italiana de Florença Catarina de Médici (1519-1589) , casada com Henrique II e que viria a ser rainha da França, mudou-se para o país levando vários elementos novos aos hábitos franceses. Muitos atribuem à Catarina a introdução dos talheres nas refeições. Michele Bunemer, professora de história da gastronomia do Senac, me disse em uma entrevista que até a chegada da Catarina, mesmo na corte, todos comiam com as mãos e as mulheres não eram vistas durante as refeições, justamente porque ao alimentar-se elas ficavariam muito feias (!!!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom... o assunto França rende muita conversa, como onde encontrar alguns clássicos regionais – da Normandia e da Bretanha, por exemplo, as receitas que incorporam sidra (espumante de maçã) são bem interessantes e podem ser encontradas em algumas casas. Por ora, vamos conhecer alguns do melhores restaurantes franceses do Brasil na avaliação dos jurados de VEJA, O Melhor da Cidade.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Léo Caldas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-maison-do-bomfim-748990.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-maison-do-bomfim-748987.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Começamos por Recife. A casa escolhida pelo júri de VEJA, O Melhor da Cidade é a &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/recife/editorial/m556/restaurantes#frances" target="blank"&gt;Maison do Bomfim&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(foto)&lt;/span&gt;, que fica em Olinda. O chef é o francês naturalizado brasileiro Jeff Colas (ele é filho de franceses, mas nasceu em Gana, na África). Já trabalhou em diversos restaurantes na Europa. No cardápio, predominam os pratos franceses tradicionais. Uma boa pedida é a lagosta com molho de manteiga de manjericão e talharim de legumes. O creme brûlé de banana e limão é a sugestão para fechar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (81) 3429-1674&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa: &lt;/span&gt;entre 30 e 50 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Porto Alegre, duas casas dividem o posto de Melhor da Cidade na avaliação do júri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;O &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/porto-alegre/editorial/m392/os-melhores-restaurantes#le" target="blank"&gt;Le Bateau Ivre&lt;/a&gt;, em Mont'Serrat, é comandado pelo chef Gérard Durand. Como entrada a dica são as ostras gratinadas ao champanhe e salada de queijo de cabra quente. Dos pratos principais, o confit de pato (cozido da própria gordura) com molho de vinho tinto e especiarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (51) 3330-7351&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; acima de 70 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Já o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/porto-alegre/editorial/m392/os-melhores-restaurantes#chez" target="blank"&gt;Chez Philippe&lt;/a&gt;, no bairro da Independência, também mistura ingredientes regionais e receitas contemporâneas. Por lá, quem comanda o fogão é o chef Philippe Remondeau. Vale provar o escalope de foie gras quente com purê de mandioquinha e gelatina de xerez (ou jerez). Existe também a opção de um cardápio surpresa: os clientes confiam ao  chef  a preparação de um jantar completo de acordo com sua inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (51) 3312-5333&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; acima de 70 reais&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ana Araújo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-747945.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-747943.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em Brasília, o&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/brasilia/editorial/m425/restaurantes#frances" target="blank"&gt; La Chaumière&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(foto)&lt;/span&gt;, na Asa Sul, ocupa um pequeno salão que acomoda apenas trinta pessoas. O responsável pela execução das receitas francesas é o chef pernambucano, Severino Alves Xavier, conhecido por lá como Severran e autor do prato que leva esse apelido: filé mignon ao molho de queijo roquefort, champignon, cebola e pimenta-do-reino. Para a sobremesa, a pera cozida no vinho é servida com sorvete de creme e calda de chocolate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (61) 3242-7599&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; acima de 70 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, Rio e São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/restaurantes/6872/olympe" target="blank"&gt;Olympe&lt;/a&gt;, do renomado chef Claude Troisgros, fica no Jardim Botânico. Mistura de técnicas francesas clássicas e ingredientes brasileiros. Um bom exemplo disso são as vieiras grelhadas sob caviar de tapioca e vinagrete de limão siciliano e ervas. Tem também o pargo crocante ao mel e vinagrete de jerez (vinho fortificado espanhol) ao molho de pimenta dedo-de-moça. O prato foi servido em 1997 num banquete para o então presidente americano Bill Clinton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (21) 2539-4542&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; acima de 100 reais&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alexandre Schneider&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/la-brasserie-779629.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/la-brasserie-779625.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Robalo com espuma de limão e aspargos, preparado por Erick Jacquin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo, o destaque é a &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100886.html?enderecoID=193a881fa6f40110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;La Brasserie Erick Jacquin&lt;/a&gt;, em Higienópolis. O chef francês Erick Jacquin quer que seus clientes entrem no restaurante e sintam-se num pedacinho da França. Eleita pelo júri da edição especial Comer e Beber, de Veja São Paulo, a melhor cozinha francesa da cidade, a casa oferece pratos tradicionais da especialidade, além de receitas mais ousadas criadas por Jacquin. As sobremesas ficam a cargo da jovem confeiteira Amanda Lopes. Como entrada, a dica é o foie gras quente com pêra caramelizada. Em seguida, uma boa pedida pode ser o filé de robalo cozido ao vapor e escoltado por alcachofras e bacon como prato principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (11) 3826-5409&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; acima de 125 reais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça também os restaurantes eleitos os melhores franceses da cidade em outras capitais brasileiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt; Em Salvador, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m181/restaurantes#frances" target="blank"&gt;Chez Bernard&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&gt;&gt;Em Florianópolis, o &lt;a href="http://veja.abril.com.br/melhor_da_cidade/santa_catarina/restaurantes.shtml#frances" target="blank"&gt;Saint­Tropez&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Em Curitiba, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/curitiba/editorial/m510/restaurantes#cidade" target="blank"&gt;Boulevard&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Em Belo Horizonte, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belo-horizonte/editorial/m200/restaurantes#restaurante" target="blank"&gt;Taste-Vin&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Em Fortaleza, o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/editorial/m122/restaurantes#frances" target="blank"&gt;Le Parisien&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/cozinha-francesa.shtml' title='A cozinha francesa'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=5287164011949516672&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5287164011949516672'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/5287164011949516672'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-7327895460852757944</id><published>2008-07-15T13:03:00.006-03:00</published><updated>2008-07-16T12:31:34.270-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tenda do Nilo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='restaurante Árabe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arábia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Goiânia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Culinária árabe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='restaurante Califa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Salvador'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belo Horizonte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vila Árabe'/><title type='text'>Culinária árabe</title><content type='html'>Quem aprecia a cozinha árabe sabe que ela vai muito além dos quibes assados, fritos e crus e das famosas esfihas, tão populares nas cadeias de fast-food. Trazida ao Brasil sobretudo pelos imigrantes sírios e libaneses, trata-se de uma combinação de simplicidade e sabor. A simplicidade aparece sobretudo na execução dos pratos. Já o sabor é acentuado na mistura dos ingredientes e dos perfumes das especiarias. Em sua essência, a cozinha árabe combina muitos grãos, cereais, frutas secas, verduras e carnes, principalmente de cordeiro. Aparecem muitas pastas (como as de berinjela e de grão-de-bico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica é o fato de as refeições não seguirem necessariamente o roteiro convencional (entrada, prato principal, acompanhamento). Vários pratos são servidos ao mesmo tempo, de preferência com muita fartura, e cada pessoa faz as combinações, as escolhas, que mais agradar. Para fechar, vai bem um cafezinho e um doce, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero falar hoje dos melhores árabes do Brasil, eleitos nos especiais de VEJA, estão em Salvador, Goiânia, Belo Horizonte e São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inácio Teixeira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-califa-776136.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/restaurante-califa-776133.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pratos servidos no bufê do restaurante Califa, em Salvador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em Salvador, a sugestão é o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/salvador/editorial/m181/restaurantes#arabe" target="blank"&gt;restaurante Califa&lt;/a&gt;, na Praia da Barra. Tem sistema self-service e à la carte. A consultoria de uma nutricionista garante a qualidade dos pratos. A miniesfiha recheada de ricota temperada é uma boa sugestão para a entrada. Para o prato principal, a dica é o michui de filé acompanhado de batata sauteé (espetinho feito, no caso, de filé mignon, tomate e cebola).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (71) 3267-8249&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; até 25 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Goiânia, o destaque é o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/goiania/editorial/m204/restaurantes#arabe" target="blank"&gt;Árabe&lt;/a&gt;, cuja história começou em 1964, numa pequena lanchonete no bairro de Campinas. Hoje a casa fica no Setor Sul. Além dos quibes, esfihas e coalhadas típicos da culinária árabe, o bufê tem ainda criações da casa como o arroz com galinha e grão-de-bico e o arroz com carneiro e castanha. Alguns dos destaques entre as 20 opções diárias são a babaganush (pasta de berinjela), o quibe cru, o pão sírio caseiro, o arroz com lentilhas e os charutos de folhas de uva do parreiral cultivado pela família. Para acompanhar, a sugestão é escolher um dos vinhos da carta que lista 50 rótulos de diversas nacionalidades, até mesmo libanesas. Ao lado do restaurante funciona uma lanchonete que oferece pratos rápidos (quibes, esfihas e coalhada seca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone: &lt;/span&gt;(62) 3218-5935&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; 26 e 40 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo Horizonte: o &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belo-horizonte/editorial/m200/restaurantes#arabe" target="blank"&gt;Vila Árabe&lt;/a&gt;, no bairro da Savassi, é todo decorado com tapeçarias e narguilés. Os pratos típicos aparecem no sistema self-service e à la carte. Nas noites de sexta e sábado, há apresentações de dança do ventre, com dançarinas que passeiam entre as mesas. Entre os destaques do cardápio está o pernil de cordeiro assado ao molho de ervas aromáticas, com batata cozida, cebola, couve-flor frita e arroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (31) 3262-1600.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; 26 a 40 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo o melhor restaurante árabe da cidade é o Arábia. A dica é provar o michui de cordeiro (espeto com cubos de carne intercalados com cebola e tomate). Para encerrar a refeição, vale apostar no arroz doce com amêndoas e pistache. Além do &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100712.html?enderecoID=abc801d949c20110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;endereço no Jardim Paulista&lt;/a&gt;, o Arábia também tem uma &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100712.html?enderecoID=9bc801d949c20110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;filial no bairro da Vila Olímpia&lt;/a&gt; e um &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0142512.html?enderecoID=a25f59b563df5110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;café em Higienópolis, o Arábia Café&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone: &lt;/span&gt;(11) 3064-4776&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; 41 e 60 reais.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/comosefaz/fatuche.shtml" target="blank"&gt;&gt;&gt;Aprenda a preparar a salada fatuche do Arábia.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mário Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/falafel-do-tenda-do-nilo-733951.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/falafel-do-tenda-do-nilo-733947.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O faláfel do restaurante Tenda do Nilo, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outra opção em São Paulo é o restaurante &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/est0100656.html?enderecoID=77d83cb071f12110VgnVCM1000000b0417ac____" target="blank"&gt;Tenda do Nilo&lt;/a&gt;. Fica no Paraíso e é duas vezes vencedor em uma categoria muito simpática: é o melhor bom e barato da cidade. A casa é comandada pelas irmãs Xmune (na cozinheira) e Olinda Isper (no salão). Os clientes são recebidos como se fossem da família. As irmãs conferem de perto a reação de cada cliente ao experimentar os pratos salgados e doces que saem da cozinha. Vá durante a semana, pois aos sábados formam-se inevitáveis filas. Duas sugestões para finalizar o boletim e a refeição: a sobremesa mil e uma noites, que é um bolo coberto por creme de nata e pistache picado, e o malabie, um delicadíssimo manjar branco feito com água-de-rosas e coberto com geléia de damasco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Telefone:&lt;/span&gt; (11) 3885-0460&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Faixa de preço por pessoa:&lt;/span&gt; até 40 reais.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/comosefaz/malabie.shtml" target="blank"&gt;&gt;&gt;Aprenda a preparar o malabie do Tenda do Nilo.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/restaurantes/busca/resultado/?avancada=sim&amp;amp;nomeCategoria=&amp;amp;codCategoria=1&amp;amp;path=vejasp%2FcomerBeber%2Favancada&amp;amp;nome=&amp;amp;especialidade=83&amp;amp;localidade=&amp;amp;faixaPreco=" target="blank"&gt;&gt;&gt;Outros restaurantes árabes em São Paulo&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/culinria-rabe_15.shtml' title='Culinária árabe'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=7327895460852757944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/7327895460852757944'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/7327895460852757944'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-4440483886143924260</id><published>2008-07-14T13:18:00.010-03:00</published><updated>2008-07-14T16:53:26.717-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Club Med Ilha de Itaparica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='hotéis'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Club Med Trancoso'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Salinas de Maragogi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Enotel'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Breezes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Club Med Rio das Pedras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diárias all inclusive'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resorts'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Costão do Santinho'/><title type='text'>Pacotes de férias: tudo incluído</title><content type='html'>Trago hoje algumas opções de hotéis que ainda têm vagas a partir de 20 de julho e que oferecem uma modalidade de pacote de hospedagem chamada de all-inclusive, muito comum nos cruzeiros, nas viagens de navio. Funciona basicamente assim: paga-se um valor X na diária e, além das atrações normais do hotel, atividades de lazer, infra-estrutura e acomodações, estão incluídas todas as refeições e o consumo de bebidas em geral. Depois de fazer o check-in o maior stress vai ser, portanto, escolher entre as atrações de lazer e o que pinçar no cardápio...&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-749771.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/file-748596.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O resort Costão do Santinho, em Florianópolis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.costao.com.br/" target="blank"&gt;&gt;&gt;Costão do Santinho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Começamos pelo Costão do Santinho, em Santa Catarina. O hotel foi eleito o  melhor resort da região sul pelo júri do especial de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;VEJA, O Melhor do Brasil&lt;/span&gt;. Fica no extremo norte de &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=2683" target="blank"&gt;Florianópolis&lt;/a&gt; (a 35 quilômetros do centro). As diárias variam de 614 a 1 224 reais para o casal. É cobrada uma taxa de 75 reais por pessoa, por dia, para incorporar ao serviço o sistema all-inclusive. Ainda há disponibilidades para o mês de julho. Os valores incluem as três refeições, lanches e bebidas nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o resort: com uma oferta de mais de 100 atividades de lazer, inclui doze piscinas (nove ao ar livre e três aquecidas), quadras de tênis e futebol, além de escolinha de surfe e um circuito para a prática de arvorismo (esporte de aventura cujo grande desafio é equilibrar-se em cordas presas às copas das árvores). Ocupa uma área de um milhão de metros quadrados, com trechos de mata Atlântica, dunas e praias calmas. O telefone do hotel é (48) 3261-1000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.clubmed.com.br/" target="blank"&gt;&gt;&gt;Club Med&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No Rio de Janeiro e na Bahia, o sistema all-inclusive é adotado por três unidades da rede Club Med e  inclui café da manhã, almoço e jantar além de todas as bebidas que o hóspede consumir, inclusive as alcoólicas (exceto as importadas). É possível também fazer lanchinhos durante o dia e participar de atividades de lazer sem nenhum custo adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio, O Club Med Rio das Pedras, também escolhido pelo júri de VEJA como o melhor resort da região sudeste, fica em &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=4226" target="blank"&gt;Mangaratiba&lt;/a&gt;, no sul do estado. Famoso pela grande oferta de atividades na água, os esportes náuticos. Tem esqui aquático, wakeboard (mistura de surfe, skate e esqui aquático), passeio em barcos à vela e caiaques. Um time de monitores garante a recreação das crianças e adolescentes. Os pacotes de uma semana custam a partir de 2 913 reais por pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bahia, tem uma opção em &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=7474" target="blank"&gt;Trancoso &lt;/a&gt;e outra na &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=33102" target="blank"&gt;Ilha de Itaparica&lt;/a&gt;. O resort de Trancoso fica no alto de uma falésia, aquelas formações de areia ou rocha à beira-mar, logo acima da Praia de Taípe. Há uma equipe de recreadores que criam atividades durante todo o dia, tanto para adultos como para crianças. É possível até fazer aulas de circo com trapézio. Tem vaga no finzinho do mês (27 de julho). Os pacotes para uma semana custam a partir de 3 472 reais por pessoa. Na Ilha de Itaparica há apartamentos disponíveis entre os dias 20 e 27 de julho e o pacote mais barato parte de 2 843 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O telefone para informações e reservas do Club Med é 0800-707-3782.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.salinas.com.br/" target="blank"&gt;&gt;&gt;Salinas de Maragogi&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O hotel fica em Maragogi, no estado de Alagoas, a 140 quilômetros de &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=4154" target="blank"&gt;Maceió&lt;/a&gt;. O resort está localizado de frente para a praia e oferece atividades para todas as idades. É possível fazer trilhas ecológicas com monitores, praticar arco-e-flecha e até mesmo se arriscar no muro de escaladas. Tudo incluído. Ainda há vagas para o período que vai do dia 20 ao dia 25 de julho. As diárias variam entre 600 e 990 reais para o casal (três refeições e bebidas, inclusive as alcoólicas nacionais, lanches e petiscos também podem ser consumidos à vontade sem nenhum custo extra). O telefone do hotel é (82) 3296.3030.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/hotel-breezes-729071.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/hotel-breezes-729029.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Piscina do hotel Breezes, que fica dentro do complexo da Costa do Sauípe, na Bahia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.superclubs.com.br/" target="blank"&gt;&gt;&gt;Breezes&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ainda na Bahia, o hotel faz parte do complexo da &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=32986"&gt;Costa do Sauípe&lt;/a&gt;, que fica a pouco mais de 100 quilômetros de Salvador. Há diversas quadras esportivas e professores que dão aulas de tênis ou vôlei, só para citar alguns. É possível também alugar bicicletas do hotel para um passeio pelo complexo turístico. Tudo incluído nas diárias que variam de 806 a 1612 reais. O valor inclui as três refeições, lanches, petiscos e é um dos poucos que também oferece bebidas importadas sem custo adicional. Há ainda disponibilidade para as duas últimas semanas de julho, tanto entre os dias 20 e 27, como do dia 27 ao dia 3 de agosto.O telefone do hotel é (71) 2104-8888.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.enotel.com.br/" target="blank"&gt;&gt;&gt;Enotel&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No município de Ipojuca, pertinho ali de &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=5668" target = "blank"&gt;Porto de Galinhas&lt;/a&gt;, em Pernambuco, o resort Enotel foi inaugurado em 2006. Há uma intensa programação de lazer, com piscinas gigantes, quadras poliesportivas, duas quadras de tênis e minigolfe. Para as crianças, as atividades são monitoradas por uma equipe de recreadores. Aindá há disponibilidade para o mês de julho. As diárias variam entre 620 e 1 034 reais para o casal no sistema all-inclusive. Exige estadia mínima de cinco noites e inclui no valor as três refeições, lanches e bebidas nacionais a vontade. O telefone para mais informações e reservas é (81) 3552-5555.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/pacotes-de-frias-tudo-includo.shtml' title='Pacotes de férias: tudo incluído'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=4440483886143924260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/4440483886143924260'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/4440483886143924260'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-1902516708309159087</id><published>2008-07-11T13:01:00.001-03:00</published><updated>2008-07-13T13:13:27.437-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='passeios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jaguariúna'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fazenda Tonzan'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='passeios de locomotiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campinas'/><title type='text'>Passeios em Campinas</title><content type='html'>Falamos há pouco do melhor da gastronomia em Campinas. Para quem estiver planejando uma visita, vale conhecer a &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=112848&amp;amp;destino=1453" target="blank"&gt;Fazenda Tozan&lt;/a&gt;, uma construção de 1850. Os turistas chegam são recebidos com frutas e café fresquinho, tudo cultivado na propriedade. O passeio monitorado dura cerca de duas horas e meia e sai por 45 reais durante a semana e 51 reais nos fins de semana, por pessoa. As crianças até 12 anos pagam metade do preço. Inclui a visita a um museu do café que conta também a história da fazenda e ao enorme cafezal da propriedade. O telefone para mais informações é (19) 3257-1236.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra boa pedida é fazer aquele &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=109627&amp;amp;destino=1453" target="blank"&gt;passeio de maria-fumaça até Jaguariúna&lt;/a&gt; que &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/passeios-de-locomotiva.shtml" target="blank"&gt;a gente comentou na terça-feira.&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/passeios-em-campinas_11.shtml' title='Passeios em Campinas'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=1902516708309159087&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/1902516708309159087'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/1902516708309159087'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-8004736104606188446</id><published>2008-07-11T12:48:00.000-03:00</published><updated>2008-07-13T12:59:00.440-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='restaurantes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bellini Ristorante'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Giovannetti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campinas'/><title type='text'>O melhor de Campinas</title><content type='html'>O assunto hoje é Campinas. Conhecida como uma ‘metrópole do interior’, a cidade que fica a 100 quilômetros de São Paulo tem mais de um milhão de habitantes e uma agitada vida cultural, noturna e de lazer. Ir jantar, petiscar ou bebericar por lá é um programa rotineiro para muitos moradores de municípios vizinhos, como Jundiaí, Paulínia, Valinhos e Vinhedo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem: a novidade gastronômica é que está chegando às bancas amanhã a mais nova edição de VEJA, o Melhor da Cidade de Campinas. Neste ano foram selecionados 439 endereços, entre restaurantes, bares, lanchonetes, padarias e afins. A divulgação dos vencedores, os melhores em cada especialidade, foi feita ontem à noite em uma festa na Sociedade Hípica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou falar sobre o grande premiado da noite, um restaurante, e quem quiser conhecer mais endereços eleitos pelo júri e também obter informações completas do roteiro gastronômico no site de Veja Campinas.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Manoel Marques&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bellini-ristorante-740525.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/bellini-ristorante-740439.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ambiente do Bellini Ristorante, o grande vencedor da noite&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m601/restaurantes#cidade" target="blank"&gt;Bellini Ristorante&lt;/a&gt;, no Cambuí, emplacou quatro troféus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- é o melhor restaurante da cidade&lt;br /&gt;- é o melhor restaurante italiano da cidade&lt;br /&gt;- tem a melhor carta de vinhos&lt;br /&gt;- e tem também a melhor chef (*)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cardápio da casa possui sessenta pratos, renovados duas vezes ao ano. Alguns dos destaques são o namorado ao capo d'orso (com tomate, manjericão, alho, azeite, azeitonas pretas e camarão); e a minipolenta rústica com queijo gorgonzola. Para encerrar a refeição, a sugestão é a zuppa rossa, uma sopa de frutas vermelhas, iogurte, hortelã e espumante. A carta de vinhos campeã oferece mais de 370 rótulos que ficam abrigados em uma adega climatizada que guarda cerca de 600 garrafas. A chef &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m601/restaurantes#cristina" target="blank"&gt;Cristina Róseo&lt;/a&gt;, que trocou uma carreira de cientista social pelas panelas, comanda uma equipe de trinta pessoas e viaja muito pra buscar inspiração para os pratos do Bellini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Neste ano houve um empate na votação dos jurados e dois chefs receberam o título de melhor da cidade. A Cristina Róseo divide o posto com &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m601/restaurantes#jurandir" target="blank"&gt;Jurandir Meirelles&lt;/a&gt;, que por dezessete anos trabalhou nas cozinhas do Grupo Fasano aqui de São Paulo. Hoje ele pilota as panelas da &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/restaurantes/34120/forneria-san-pietro" target="blank"&gt;Forneria San Pietro&lt;/a&gt;, que fica na Vila Brandina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer saber qual o preço de uma refeição por pessoa em restaurantes como a Forneria e o Bellini?&lt;br /&gt;Por pessoa, um jantar sai a partir de 70 reais. O cálculo inclui couvert, um prato de custo médio, sobremesa, água mineral e serviço. Sem vinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira outros vencedores anunciados ontem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m602/bares#chope" target="blank"&gt;&gt;&gt;Melhor chope e melhor sanduíche&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m602/bares#dancar" target="blank"&gt;&gt;&gt;Melhor bar para dançar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas/editorial/m600/comidinhas#pao" target="blank"&gt;&gt;&gt;Melhor padaria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/campinas" target="blank"&gt;&gt;&gt;O roteiro completo está aqui&lt;/a&gt;</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/o-melhor-de-campinas_13.shtml' title='O melhor de Campinas'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=8004736104606188446&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/8004736104606188446'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/8004736104606188446'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-2503499170477835623</id><published>2008-07-11T11:42:00.000-03:00</published><updated>2008-07-11T13:35:12.943-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bento Gonçalves'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tiradentes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio Grande do Sul'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Minas Gerais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='passeios de locomotiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouro Preto'/><title type='text'>Outros passeios de locomotiva</title><content type='html'>Na terça-feira falamos sobre passeios de locomotiva e recebemos mais sugestões de ouvintes e leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Minas Gerais, os destinos são as cidades históricas. Existe um trajeto entre &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=7434" target="blank"&gt;Tiradentes&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=7931" target="blank"&gt;São João del Rei&lt;/a&gt; que pode ser feito com maria fumaça. Para quem quiser dar uma esticadinha, &lt;a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/03/feriado-de-tiradentes.shtml" target="blank"&gt;Tiradentes&lt;/a&gt; possui um casario colonial bastante preservado e as ruas de pedra do centro histórico são perfeitas para um passeio a pé. Vale a pena visitar também as igrejas. Uma boa opção é a &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=111188" target="blank"&gt;Igreja Matriz de Santo Antônio&lt;/a&gt;, que tem os projetos da fachada e da portada atribuídos a Aleijadinho. Já em São João del Rei, além das construções históricas há um museu que conta a história de Tancredo Neves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passeio entre as duas cidades dura cerca de quarenta minutos e tem saídas de sexta a domingo. Nas férias escolares, há passeios também às quartas e às quintas. A passagem custa 30 reais (ida e volta). Crianças até cinco anos não pagam. Quem tem mais de 60 anos ou entre 6 e 10 anos paga meia. Tel: (32) 3371-8485.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/trem-ouro-preto-mariana-749639.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/trem-ouro-preto-mariana-749613.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A locomotiva que faz o passeio entre Ouro Preto e Mariana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Entre as cidades históricas de&lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=4995" target="blank"&gt; Ouro Preto&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=4311" target="blank"&gt;Mariana&lt;/a&gt; também há um passeio de maria fumaça. Ouro Preto que é um dos destinos mais procurados da região, possui um rico casario preservado. Uma das novidades é o &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/busca/atracoes/pop_atr.php?cod_atracao=110538" target="blank"&gt;Teatro Municipal&lt;/a&gt;, que é tido como o mais antigo em funcionamento no país e que acabou de passar por uma grande reforma, com um investimento de 700 mil reais para a renovação da estrutura e decoração do imóvel. Mas também vale a pena guardar um tempinho para um passeio em Mariana, que é a cidade mais antiga de Minas Gerais e já foi até capital do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trajeto entre as duas cidades dura cerca de uma hora e as passagens custam 30 reais (ida e volta). A maria-fumaça tem partidas agendadas para os finais de semana, e também na sexta-feira, às 11 e às 16 horas. Crianças com até 5 anos não pagam. Estudantes, pessoas com mais de 60 e entre 6 e 10 anos pagam metade do preço. Em Mariana, o trem fica parado cerca de uma hora e meia e é possível fazer um passeio pelo centro histórico da cidade. Tel: (31) 3551-7310.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Rio Grande do Sul, há um passeio entre &lt;a href="http://viajeaqui.abril.com.br/g4r/destinos/index.php?destino=936" target="blank"&gt;Bento Gonçalves&lt;/a&gt; e Carlos Barbosa. Na região, a grande atração são as vinícolas. Na maioria delas é possível fazer visitas monitoradas para conhecer as etapas da produção da bebida e no final degustar os vinhos. A temperatura ajuda, a região tem bastante frio e nessa época do ano os termômetros chegam a marcar quatro graus negativos. A viagem de maria fumaça acontece, normalmente, de quarta a sábado. Nas férias de julho, no entanto, as saídas são diárias. O trajeto dura uma hora e meia, e há música ao vivo. Os passageiros podem provar vinhos, espumantes e suco de uva. O valor da passagem é 48 reais e inclui a volta de ônibus para Bento Gonçalves além de um ingresso para o parque Epopéia Italiana, que conta a história da vinda dos imigrantes italianos para o Brasil. Tel: (31) 3551-7310.</content><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/2008/07/outros-passeios-de-locomotiva.shtml' title='Outros passeios de locomotiva'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7430333643330769303&amp;postID=2503499170477835623&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/omelhordobrasil.xml' title='Postar comentários'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/2503499170477835623'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7430333643330769303/posts/default/2503499170477835623'/><author><name>Viviane Zandonadi e Renata Rodrigues</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01427674178651323514</uri><email>noreply@blogger.com</email></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7430333643330769303.post-1563238525748652126</id><published>2008-07-10T13:24:00.020-03:00</published><updated>2008-07-11T18:18:58.511-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quintal do Bráz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pizzaria Baco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fortaleza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pizzaria Vignori'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dia da pizza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Porto Alegre'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Belém'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pizza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pizzarias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bazkaria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasília'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pizzaria Vitória'/><title type='text'>Hoje é o dia da pizza, em São Paulo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mário Piroli&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/pizza-788900.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/pizza-788897.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A data foi criada em 1985 pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho. Na época existia um concurso estadual que elegia as dez melhores receitas de mussarela e marguerita.  Os vencedores eram revelados em 10 de julho, e ficou definido que esse seria o dia da pizza. Algumas casas fazem promoções, associações e restaurantes criam pizzas gigantes e tal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas curiosidades sobre as redondas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;A pizza como conhecemos hoje foi criada pelos italianos, como todo mundo deve imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Entre as teorias sobre o que levou-os a  isso, há a defesa de que os turcos, lá pelo século 11 chegaram ao porto de Nápoles com o hábito de consumir pão turco coberto com carne e iogurte. Os italianos gostaram da idéia e aperfeiçoaram a massa e as coberturas, especialmente com queijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;O tomate, vindo da América para a Europa, teria sido incorporado à pizza no século XVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;A pizzaria Port’Alba, em Nápoles, é considerara por muitos a primeira do mundo. Foi fundada em 1830.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt;&gt;Diz a história que em 1889, os reis italianos Umberto I e Margherita de Savoy estavam passando uma temporada na cidade e quiseram provar uma pizza. Como eles não iriam circular pelas ruas, pediram para ela ser entregue em casa. A versão entregue tinha as cores da bandeira italiana, levava mussarela, tomate e manjericão: assim batizaram a pizza Marguerita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, que a pizza é uma paixão paulistana ninguém tem dúvida. É a campeã dos domingos. Mas também é querida no resto do Brasil... Muita gente tem por hábito, quando viaja, sempre conhecer pelo menos uma pizzaria na cidade visitada. Pinçamos então do mapa do Brasil um estabelecimento em cada região. São casas escolhidas pelos jurados nas últimas edições de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;VEJA, o Melhor da Cidade&lt;/span&gt;. E há algumas combinações  bem regionais e interessantes nos ingredientes. Não vamos, nem de longe, esgotar o assunto. Portanto se você tiver a sua favorita, conte pra gente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Norte&lt;/span&gt;: a &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/belem/editorial/m498/restaurantes#pizzaria" target="blank"&gt;pizzaria Vitória&lt;/a&gt;. Fica em Icoaraci, a 30 quilômetros de Belém. O cardápio tem mais de cinqüenta sabores, até uma versão que combina caranguejo, mussarela, azeitonas pretas, orégano e cheiro-verde. A pizza de camarão com jambu (folha típica da região norte, conhecida por causar um pequeno adormecimento na boca) é uma das campeãs de venda (vem com folhas cruas de jambu e camarão mergulhado no tucupi - caldo da mandioca brava).&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jarbas Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/pizza-da-vignoli-743346.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/blogs/omelhordobrasil/uploaded_images/pizza-da-vignoli-743320.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A pizza da Vignoli foi eleita a melhor de Fortaleza pelo júri de Veja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nordeste&lt;/span&gt;: a sugestão é a &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/fortaleza/editorial/m122/restaurantes#pizzaria" target="blank"&gt;Vignoli&lt;/a&gt;, no bairro de Varjota. São duas unidades quase vizinhas. Há vinte opções, entre salgadas e doces. A curiosidade aqui é a massa, feita com 50% menos de sódio. Não leva óleo, ovos ou leite. O molho de tomate é preparado na própria casa. As sugestões são a de shiitake ao vinho branco e a calabresa especial, feita com pasta de calabresa temperada e mussarela de búfala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Centro-oeste&lt;/span&gt;: as redondas da &lt;a href=