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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Agente 86, o cone do silêncio e o sapato-fone

Don Adams (na foto de divulgação), que morreu em 2005, interpretava o espião atrapalhado que combatia os vilões da Kaos em meados dos anos 60. Era o Agente 86, o Maxwell Smart, uma criação de Mel Brooks. Mesmo se você ainda não tinha nascido, talvez já tenha visto algum episódio em um desses canais da tevê paga que reprisam clássicos de Hollywood. Acho que é uma das melhores séries de todos os tempos, uma sátira aos filmes de espionagem. Dou risada só de lembrar das reuniões de Max com o Chefe para tratar de assuntos confidenciais: só falavam sob o tal "Cone do Silêncio".
É hilário. Enfim, no dia 20 de junho chega aos cinemas da cidade o longa que tem Steve Carell e Anne Hathaway, nos papéis de 86 e 99, a namoradinha. É um belo desafio recriar o clima da série original... vamos ver. Na mesma onda, está chegando às livrarias um almanaque repleto de curiosidades sobre a série. É o Agente 86: o velho truque do livro cheio de curiosidades, da editora Panda Books. São várias notinhas. Numa delas o autor explica porque Max tinha o codinome 86. O Mel Brooks trabalhava num restaurante quando era jovem. Lá, sempre que faltava algum produto os funcionários usavam o número 86 para identificar a ausência. No caso, Mel Brooks quis dizer que faltava um 'produto' em Maxwell Smart: o cérebro!

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