Domingo no parque: não esqueça o protetor solar
Se o tempo estiver bom, o filtro será indispensável. O palco para os shows de Herbie Hancock e Macy Gray, grátis no domingão no Parque Villa-Lobos, fica numa área totalmente descampada e o sol é cruel. Parece Brasília ou que estamos mais perto do céu... é quente demais. Só que a previsão diz que tem frente fria adiante, tomara então que não chova. Queremos temperatura amena, pode até ficar nublado :)
A festa começa às três da tarde. Não se sabe se a jovem diva da soul music vai dividir o palco com Herbie Hancock, mas, mesmo separados, é certo que os dois devem mostrar versões compactas do que trouxeram para o Brasil nesta semana: ela, sucessos conhecidos mais o álbum Big. Ele, clássicos da carreira e as releituras de composições de Joni Mitchel.
Enfim, amanhã o mestre do jazz apresenta-se no HSBC Brasil (de 100 a 400 reais!). Vai mostrar o álbum mais recente, que ganhou o Grammy de melhor do ano e é uma homenagem à canadense Joni Mitchel. Promete também dar novas interpretações a algumas outras peças, trabalhos que já viraram clássicos de sua trajetória. O cara é fera. Conhecido por fazer muita mistura sonora e ser um dos primeiros a usar piano elétrico e sintetizadores, compôs a inspiradíssima trilha sonora de Blow Up - Depois Daquele Beijo (1966), do Michelangelo Antonioni.
Para lembrar, ou ter uma idéia, veja e ouça aqui a ótima Bring The Birds Down, cobrindo cenas no filme, e também uma versão de Watermelon Man, interpretada ao vivo com Miles Davis. Watermelon está no álbum Head Hunters, de 1973, um dos mais prestigiados na história do jazz. Coisa fina.
(curiosidade, ou algo que não vai acrescentar muito na sua vida mas que pode ser comentado numa mesa de bar ou no refeitório da firma para apagar algum silêncio constrangedor ou suprir a falta de assunto: Herbie Hancock contou ontem numa coletiva no Rio que passou a lua de mel do Brasil, há quarenta anos)
A festa começa às três da tarde. Não se sabe se a jovem diva da soul music vai dividir o palco com Herbie Hancock, mas, mesmo separados, é certo que os dois devem mostrar versões compactas do que trouxeram para o Brasil nesta semana: ela, sucessos conhecidos mais o álbum Big. Ele, clássicos da carreira e as releituras de composições de Joni Mitchel.
Enfim, amanhã o mestre do jazz apresenta-se no HSBC Brasil (de 100 a 400 reais!). Vai mostrar o álbum mais recente, que ganhou o Grammy de melhor do ano e é uma homenagem à canadense Joni Mitchel. Promete também dar novas interpretações a algumas outras peças, trabalhos que já viraram clássicos de sua trajetória. O cara é fera. Conhecido por fazer muita mistura sonora e ser um dos primeiros a usar piano elétrico e sintetizadores, compôs a inspiradíssima trilha sonora de Blow Up - Depois Daquele Beijo (1966), do Michelangelo Antonioni.Para lembrar, ou ter uma idéia, veja e ouça aqui a ótima Bring The Birds Down, cobrindo cenas no filme, e também uma versão de Watermelon Man, interpretada ao vivo com Miles Davis. Watermelon está no álbum Head Hunters, de 1973, um dos mais prestigiados na história do jazz. Coisa fina.
(curiosidade, ou algo que não vai acrescentar muito na sua vida mas que pode ser comentado numa mesa de bar ou no refeitório da firma para apagar algum silêncio constrangedor ou suprir a falta de assunto: Herbie Hancock contou ontem numa coletiva no Rio que passou a lua de mel do Brasil, há quarenta anos)
Marcadores: herbie hancock, jazz, na agenda, na platéia, shows









1 Comentários:
é verdade, Herbie Hancock passou a lua de mel no Rio. Depois veio o album "Speak like a child", em 69, creio.
A moça na capa, beijando só pode ser a feliz esposa.
E a faixa título (e so ela) é beeem bossa-nova.
Divirtam-se, vai ser um belo show.
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