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Deepak Chopra faz seminário em SP
 Na quarta-feira (17), o autor de best-sellers de autoajuda Deepak Chopra fará um congresso em São Paulo. Com o tema "The Soul of Leadership - A Alma da Liderança", o escritor irá falar para uma plateia de mais de 400 executivos, no Espaço Rosa Rosarum, em Pinheiros. Médico endocrinologista de origem indiana, Chopra é conhecido mundialmente pelo livro "As Sete Leis Espirituais para o Sucesso". Ele não vinha ao Brasil desde 1999. Desta vez, sua visita está ligada aos reflexos da crise mundial. De acordo com ele, a realidade econômica atual exige novos modelos de liderança. “Agora, mais do que nunca, as empresas são convidadas a sair da crise e mostrar uma nova liderança”, disse Chopra, em comunicado divulgado pela organização do evento. "A Alma da Liderança" é o nome da cátedra que Chopra ministra na Kellogg School of Management e em outras escolas de negócios, como Harvard, Wharton e Stanford. O seminário é destinado a todos os executivos que exercem um papel de direção, gerentes gerais e gerentes de área. Para participar, é preciso se inscrever pelo telefone (11) 3089-4746 ou pelo e-mail brasil@seminarium.com.br. Mas atenção: cada participante tem de pagar uma taxa que varia de R$ 1.755,00 a R$ 1.950,00. Congresso The Soul of Leadership – A Alma da Liderança 17 de junho de 2009, das 8h30 às 18h Espaço Rosa Rosarum (Rua Francisco Leitão, 416 – Pinheiros ) Mais informações pelo site www.seminarium.com.br
Decepção na Pacha
 O esperado show que a cantora americana Macy Gray fez ao lado de Kaz James, DJ australiano mais conhecido por circular ao lado de personalidades como Paris Hilton e Britney Spears do que pelos hits que produz, deixou a desejar. Anunciada como a grande atração da noite na última sexta (5), a artista subiu ao palco por volta das 3h, cantou apenas duas músicas (Can´t Hold Back, single em parceria com Kaz James, e Creep, da banda inglesa Radiohead) e puxou uma capela de seu sucesso I Try, que durou menos de um minuto. No total, ela soltou a voz por, no máximo, 10 minutos. Na fila para pagar a conta, cuja espera era de cerca de uma hora, o assunto era um só: a irritação com sua brevíssima aparição. Muitas pessoas não quiseram pagar os 10% de serviço cobrados sobre o valor gasto na comanda. Alguns falavam até em pedir reembolso do ingresso, que custou R$ 60,00 para as moças, e R$ 80,00 para os rapazes. Uma das insatisfeitas é a leitora Paula Rodrigues, que escreveu a VEJA SÃO PAULO para reclamar: "Foi uma decepção o show da Macy Gray realizado na sexta, na Pacha. Muitas pessoas saíram com a sensação de terem caído num golpe. A casa abriu às 23h, porém, até as 3h, o show ainda não havia começado. Quando finalmente apareceu, Macy Gray cantou duas músicas e sumiu. Péssima experiência! A Pacha deveria ser processada por estelionato!"
Segundo a assessoria do clube, Macy havia se comprometido a cantar pelo menos cinco músicas, além dos hits em parceria com James. A Pacha promete entrar em contato com os 1800 presentes para ressarci-los com um ingresso de seu próximo grande evento, a discotecagem do DJ Markus Schulz, no dia 20.
Por: Carolina Giovanelli e João Batista Jr. Marcadores: macy gray, pacha
Festa junina no Jockey muda de local
 Após anunciar a realização de sua festa junina para este sábado (6), na sede do Jockey Club de São Paulo, a organização do evento se lembrou que o local não pode ser utilizado nessa data porque está recebendo a Casa Cor 2009. Por causa disso, teve de publicar um anúncio nos jornais informando que a festividade será transferida para a Chácara do Jockey, na Avenida Professor Francisco Morato, 5.100, no Butantã. Trata-se de um grande desrespeito ao público, uma vez que os ingressos foram impressos com o endereço do Jockey Clube, na Cidade Jardim. Imaginem a quantidade de pessoas que devem ir ao local errado! A festa junina deve reunir duplas sertanejas como Jorge & Mateus, Marcio Aurelio & Paulo Sergio, Tutty & Rodrigo e Matheus Minas & Leandro. A Chácara do Jockey costuma receber shows para a até 30 mil pessoas, como o do Radiohead, em março. Além de apresentações musicais, a balada junina terá barracas típicas. A festa começa ao meio-dia e vai até as 22h. Agora só restam meias-entradas. Na área VIP, com bebida de graça, homens pagam R$ 200,00 e mulheres, R4 100,00. Na pista, o ingresso custa R$ 70,00 para eles e R$ 50,00 para elas. Para mais informações, ligue: (11) 4003-1527
Sesc recebe o mundo multimídia de Serge Gainsbourg
 Começa nesta quinta-feira (4) para convidados e a partir desta sexta para o público um dos principais eventos do Ano da França no Brasil. A mostra "Gainsbourg: Artista, Cantor, Poeta, etc.", fala sobre a vida e a obra do autor da célebre canção "Je T'Aime Moi Non Plus". Conhecido mundialmente por esse hit, lançado em 1969, Gainsbourg foi um prolífico músico, poeta e cineasta. Foi casado com grandes musas dos anos 60, como a atriz Brigitte Bardot e a cantora Jane Birkin. A exposição que chega agora a São Paulo foi exibida pela primeira vez na Cité de la Munsique, em Paris, de outubro de 2008 a março de 2009, tendo atraído mais de 120.000 pessoas. É que Gainsbourg é considerado um dos principais nomes da cultura francesa no século XX e sua extensa obra influenciou gerações de artistas. Dividido em 24 núcleos visuais e sonoros, o evento reúne trechos de filmes, vídeos, making ofs, entrevistas, fotografias, reproduções de documentos e diversos depoimentos de artistas que conviveram e fizeram parte da obra de Gainsbourg. Gainsbourg teria inventado uma nova forma de composição, feita de colagens. É célebre a sua versão para em forma de reggae para a "Marseillaise", ou seja, uma melodia pacifista para uma letra completamente bélica. A exposição retrata essas colagens, revela as associações entre palavras, imagens e músicas que Gainsbourg realizava. O percurso da mostra, que ocupa o mezanino e o 4ª andar do SESC Avenida Paulista, se assemelha a um labirinto de imagens e sons. A mostra é dividida em quatro partes: o “O período azul” (1958-1964), "Os ídolos" (1965-1969), "A decadança" (1969-1979) e "Ecce homo" (1979-...). "Gainsbourg, artista, cantor, poeta, etc." Sesc Avenida Paulista - Avenida Paulista, 119, próximo ao Metrô Brigadeiro Dw 05 de junho a 07 de setembro Horário de funcionamento: terça a sexta, das 13h às 22h / sábado, domingo e feriado, das 11h às 20h Grátis
Judeus ortodoxos na Veja São Paulo
 A reportagem A força da tradição, capa de VEJA SÃO PAULO desta semana, fala sobre a cultura dos judeus ortodoxos, grupo que representa cerca de 15% da comunidade judaica em São Paulo e é tema de um núcleo na novela Caras & Bocas, da TV Globo. O leitor Roberto Leon, que é judeu observante (ou seja, respeita todos os preceitos da religião), escreveu-nos para enviar uma foto de seu filho, Levi, de três anos. Roberto gostaria de informar aos demais leitores que um dos rituais mais tradicionais dos judeus ortodoxos é o primeiro corte de cabelo dos meninos. Até os três anos de idade, eles deixam os cabelos crescer livremente. Assim como a circuncisão, que ocorre logo após o nascimento, e o barmitzva, que é feito aos treze anos, o primeiro corte das melenas tem um significado de iniciação religiosa. Na foto, o pequeno Levi aparece logo após ter seus cabelos cortados pelo rabino da sigagoga Beit Chabad Central, na Rua Dr. Melo Alves, nos Jardins. A cerimônia ocorreu em 11 de maio e contou com todos os familiares do garoto.
Vale a viagem: Festival da Mantiqueira
Começa nesta sexta-feira (29), o II Festival da Mantiqueira – Diálogos com a Literatura. Realizado no distrito de São Francisco Xavier, a 138 quilômetros da capital, o evento vai reunir grandes nomes da literatura e da música. Os escritores Luis Fernando Verissimo, Ignácio de Loyola Brandão e Cristóvão Tezza, o historiador Boris Fausto e o autor português Miguel Sousa Tavares são algumas das estrelas do evento. No sábado (30), às 22h, o autor de As Comédias da Vida Privada se apresenta com sua banda, a Jazz 6. Logo em seguida, a cantora Marina de la Riva ocupa uma praça da cidade com um show baseado em ritmos cubanos. Os shows são a cereja do bolo do festival, que é dedicado à literatura e busca atrair especialmente estudantes e professores. Na Praça Cônego Antônio Manzi, no centro do distrito, serão montadas duas tendas:uma para mesas-redondas com autores consagrados abertas ao público e outra para escritores e estudantes. No sábado, o curitibano Cristovão Tezza participa de debate com os escritores Beatriz Bracher, Menalton Braff e Wilson Bueno. Em seguida, Luis Fernando Verissimo, Flávio Carneiro e Luiz Alfredo Garcia-Roza debatem o tema “Literatura Policial – 200 anos de Edgar Allan Poe”. No mesmo dia, os autores estreantes Tatiana Salem Levy, Cecília Giannetti, Tiago Novaes, Wesley Peres e Eduardo Baszczyn também fazem mesa-resonda. No domingo, o escritor português Miguel Sousa Tavares, autor de “Equador” e “Rio das Flores” dá uma palestra. Em seguida, os historiadores Boris Fausto, Jorge Caldeira, Clóvis Bulcão e Francisco Vidal Luna encontram-se na mesa "Recontando a História”. À tarde, o rabino Nilton Bonder, o jornalista Xico Sá e o professor Sergio Paulo Rouanet discutem o tema "Paixão". Para saber mais sobre a programação do Festival da Mantiqueira, acesse o site da Secretaria de Estado da Cultura
Quem me dera ser um peixe
 Essa imagem maluca foi clicada na Casa Cor, mostra de arquitetura que teve início hoje e termina dia 14 de julho no Jockey Club, tema da reportagem Decoração com agito. Trata-se do Acquabox, um aquário no qual as pessoas respiram por uma máscara de oxigênio e relaxam pelo contato com a água, sem esforço físico. O cilindro conta com um projetor que emite luz colorida, para efeito de cromoterapia. Seu criador é o artista plástico ítalo-suíço Maurizio Mancioli, que sofria de dores na coluna e teve a ideia de criar o Acquabox quando assistia ao filme Viagens Alucinantes, de Ken Russell, em que um professor faz regressões dentro de uma caixa semelhante ao Acquabox. Marcadores: casa cor
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