Cuti-cuti fashion

Rosangela, com suas etiquetas: enfeite fofinho
Mania do momento entre as paulistanas que fazem compras nos Jardins: pendurar na bolsa (de grife, é claro!) apetrechos chamado bag tags. São etiquetas para identificar malas que a Associação de Lojistas da Rua Oscar Freire começou a distribuir aos clientes. O formato cuti-cuti – de porquinho, macaquinho e sapinho – fez o brinde virar febre. "Em três semanas, acabaram quase todas as 30 000 unidades do primeiro lote", conta Rosangela Lyra, diretora da Dior e presidente da associação. Uma nova leva do enfeite, fabricado por uma ONG, está a caminho. "Posso encontrar gente com bolsa igual à minha, mas nem todas têm bichinhos."
Foto: Fernando Moraes








14 Comentários:
Típico da Vejinha: nada de útil.
Se for para ajudar uma ONG super válido!
Agora se for só pelo enfeite, quanta futilidade!
E assim caminha a humanidade futilidade!!!! Não seria mais útil empregar os recursos para produzir estas bobagens para produzir coisas realmente necessárias, ou então canalizar estes recursos para as ONGs ou melhor ainda, se esta gente que gasta dinheiro em bobagens deste tipo se concientizasse de quanta gente tem necessidade e ajudassem, nem ONGs seria necessário existir!!!
Bastante inútil, e bastante grande também! Não faz sentido andar com bichinhos assim pendurados na bolsa. Existem outras maneiras mais úteis de ajudar, sem precisar ficar se exibindo
Impressões-de-viagens.blogspot.com
Parece que a intenção principal da nota foi atender à assessoria de imprensa de Rosângela Lyra, da Dior e dos lojistas da Oscar Freire, já que o fato de ser confeccionado por uma ONG é irrelevante: seu nome não é citado nem foco de atendimento.
É incrível como mulheres adultas se orgulham de continuar sendo infantis...
Infelizmente a grande maioria das brasileiras, parecem ovelhas caminhando uma atras da outra, parte sem personalidade propria, simplesmente copiam e as vezes nem sabem o porque, soh proque estah na moda. Ridiculo ! O pais precisa de pessoas com pensamentos independentes.
Lamentavel que a Vejinha orgulhe-se de promover ação tão estupida e futil!
Que coisa ridícula! SE fosse fora da Oscar Freire seria considerado "cafona",e é mesmo!O que prova que dinheiro não compra bom gosto.
Nem tenho o que comentar: concordo e assino em baixo dos comentários anteriores. Essa seção da Vejinha realmente é um primor de bobagens e futilidades, um insulto à situação real do Brasil.
Pelas opiniões dos leitores, deu para a VEJA rever algumas secções normalmente sem qualquer conteudo?
Ou direcionar para nova coluna com título como "fundo do poço",etc.
Pode contratar o José Simão da Folha para comentar as notícias...
Lamentável que a Veja/Vejinha, se preste à informação tão fútil.
Existe uma fatia de mercado no jornalismo de variedades que se presta a essas gracinhas. Qto. mais fútil, superfluo e por que não, venenoso o "tom" da matéria, mais sucesso faz o autor (a). Se existe essa tendencia à vulgarização e banalização no mercado editorial é pq nós, leitores, a endossamos: essas notas são lidas, comentadas e repassadas. É por aí que se criam os "fenômenos" de Mídia. ô época triste de se viver!
Quando li a manchete no email, achei que fosse algo interessante, mas depois que vi a reportagem pude o quanto � futil, tanto quanto algumas reportagens da vejinha.
E ainda perco o meu tempo lendo isso...
Esperemos que o Terraço Paulistano desta semana seja mais criativo... e inteligente.
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