Na edição especial Comer & Beber 2008/2009, de Veja São Paulo, o Dona Onça abocanhou o título de a melhor cozinha de bar da cidade. Concorrentes na categoria, outros cinco endereços também receberam indicações ao prêmio. Listados abaixo, confira o que eles têm de melhor saindo das panelas para brindar com cervejas e chopes gelados.
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No detalhe: camarões ao alho e óleo, da seleção de tapas. Os crustáceos chegam fumegantes à mesa, depois de assados em azeite, alho e pimenta-vermelha (R$ 45,00)
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Adega Santiago |
A casa possui alma ibérica e é uma mistura de bar e restaurante. Da cozinha, saem pratos e petiscos típicos de Portugal e Espanha. Essa combinação resulta num cardápio farto em peixes, frutos do mar e embutidos, além de receitas preparadas com ovos e azeite. Em ambiente a meia luz, o público adulto que freqüenta o bar pode começar a noite pelas tradicionais tapas, as pequenas porções hispânicas. A seleção varia diariamente, mas o presunto pata negra tem presença garantida.
Entre os assados no forno a lenha, destacam-se a bacalhoada (R$ 116,00, para duas pessoas), a tortilla de camarão (R$ 35,00) e as tostadas feitas de pão rústico coberto com azeite e ingredientes variados, como queijo de cabra, anchovas e cogumelos (R$ 9,00 a R$ 17,00). Para beber, é possível pinçar algo da adega climatizada, com 200 rótulos.
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No detalhe: madeleine de lingüiça calabresa e gorgonzola (R$ 14,50). Quer aprender a receita deste petisco gratinado?
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Astor |
Cartazes lambe-lambes, latas vermelhas de manteiga Aviação e bossa nova rolando baixinho compõem a atmosfera boêmia deste endereço, que tem decoração inspirada na década de 1950. O chef Alberto Landgraf assumiu recentemente o comando da cozinha, onde prepara uma caprichada oferta de tira-gostos.
Pastéis variados (R$ 17,50), croquetes de carne (R$ 18,50) e filé aperitivo (R$ 31,00) batem cartão entre os itens tradicionais. Bem mais sofisticada, a porção de mexilhões é servida em uma panelinha, com os moluscos cozidos no chope e guarnecidos de batata (R$ 28,50). Entre as especialidades da casa, rabada com polenta (R$ 33,00), franguinho de leite (R$ 38,00, para duas pessoas) e cassoulet (R$ 33,00).
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No detalhe: risoto de cevada e vinho tinto servido com estinco de cordeiro (R$ 42,90)
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Drake's |
O australiano Greigor Caisley e o paulistano João Henriques encarregam-se de forno & fogão neste bar, abrigado no Centro Cultural Britânico, em Pinheiros. A quatro mãos, os chefs preparam saladas, sanduíches, petiscos e pratos que harmonizam bem com a vasta carta de cervejas, com mais de 150 rótulos. Alguns deles acabam virando ingrediente para receitas do também extenso cardápio. Caso do robalo empanado com massa de cerveja, que vem servido de fritas e molho tártaro (R$ 32,90), e do filé mignon grelhado guarnecido de purê de batata e molho de cerveja ale (R$ 38,90).
Drake's
Rua Tucambira, 163, (Centro Brasileiro Britânico), Pinheiros
Tel. (11) 3812-4477
Leia a crítica e confira o serviço completo
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No detalhe: a robusta bisteca servida na tábua com polenta e molho de tomate (para 2 pessoas, R$ 48,00)
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Genésio |
Dos mesmos donos do Filial (que fica em frente) e do Genial (na Rua Girassol), o Genésio costuma ser uma das últimas cozinhas a fechar na Vila Madalena – por isso, é endereço certo para quem quer fazer uma refeição na madrugada. Enquanto bebe chope Brahma com colarinho alto, a clientela mata a fome com receitas italianas.
Da boa variedade de massas frescas, destaque para o tortelloni de vitela gratinado no molho sugo (R$ 25,00) e o ravióli recheado de abóbora e brie, com molho de ervas e shitake (R$ 29,00). Há ainda mais de vinte opções de pizzas, sanduíches, petiscos e saladas. Mais robusta, a bisteca do padre olavo é servida na tábua acompanhada de polenta coberta com molho de tomates frescos, azeitonas pretas e parmesão (para 2 pessoas, R$ 48,00).
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No detalhe: o clássico caju-amigo, boa companhia para os comes e bebes da casa
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Pandoro |
Aberto em 1953, o tradicionalíssimo endereço da Avenida Cidade Jardim fechou suas portas, repentinamente, em julho de 2006. Para alívio dos boêmios, voltou a funcionar no mesmo ponto em abril de 2008. Pelas mãos do barman Guilhermino, o drinque caju-amigo segue como estrela do bar. O coquetel leva vodca, suco de caju concentrado, compota de caju em calda, açúcar e gelo.
Para acompanhar a bebida, petiscos da vida anterior do Pandoro, como o pastel de siri e a coxa creme, dividem a atenção com a empadinha de estrogonofe e o croquete de polenta com rabada. Outra opção são as polpettas servidas no palito. Os bolinhos de carne são incrementados com castanha e cobertos com molho de pimenta picante (a casa não informa os preços dos pratos).
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