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O que é?
Fica na Vila Mariana a casa em que morou e trabalhou
o lituano naturalizado brasileiro Lasar Segall (1891
- 1957). O lugar virou um museu em 1967 e tem em seu
acervo 3.008 trabalhos originais - entre pinturas,
gravuras, desenhos e esculturas - todos doados por
seus filhos Maurício Segall e Oscar Klabin Segall.
O espaço é dedicado à preservação da obra do pintor
e abriga um café, um cinema e uma biblioteca especializada
em artes cênicas e fotografia. Promove ainda cursos
e atividades culturais.
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História
Em 1932, o arquiteto modernista Gregori Warchavchik
projetou a residência e o ateliê de Lasar Segall,
seu concunhado. Dez anos após a morte do pintor, em
1967, sua esposa Jenny Klabin Segall transformou o
local e abriu as portas do museu. Hoje, integra o
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
(IPHAN) do Ministério da Cultura. É uma instituição
sem fins lucrativos e recebe apoio da Associação Cultural
de Amigos do Lasar Segall (ACMLS).
Quem foi Lasar Segall?
Lasar Segall nasceu em Vilnius, capital da Lituânia,
e atuou como pintor, escultor, desenhista e gravador.
Ele foi um vanguardista europeu e sua obra foi bastante
influenciada pelas conseqüências da I e da II Guerra
Mundial. Esses trabalhos eram sóbrios, com tons escuros
e pinceladas grossas. Veio ao Brasil pela primeira
vez no final de 1912. Em 1925, casou-se com a escritora
e tradutora Jenny Klabin – também de origem lituana.
Naturalizou-se brasileiro em 1927. A mistura de influências
e o contato com o modernismo paulista fez com que
Lasar desenvolvesse sua própria linguagem e se tornasse
expoente do movimento no Brasil. Em suas palavras,
foi aqui que ele conheceu a luz e a cor. Em 1932,
fundou a Sociedade Paulista de Arte Moderna (SPAM).
Teve forte influência na vida cultural paulistana
e conviveu com nomes como Mário de Andrade e Gregori
Warchavchik.
Biografia
completa no site oficial do Museu Lasar Segall
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