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a opinião do leitor

Assassinatos

17.11.2006

 

Oxalá a reportagem sirva para que São Paulo deixe de ser vista como um campo de batalha pela maioria dos estrangeiros ("Caíram os homicídios...", 15 de novembro). Parabéns aos repórteres pela matéria, aos policiais e autoridades do estado pelo trabalho inteligente e aos cidadãos desta metrópole que também estão fazendo a sua parte com denúncias valiosas.
Nilson Vieira Oliveira
Coordenador do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial 

 

"Adianta haver redução no número de homicídios se quem matou permanece nas ruas? Se este país fosse um pouco mais sério, existiriam melhores condições para o sistema policial combater o grave problema da violência urbana em São Paulo."
Danilo Ferreira

 

 

Walcyr Carrasco

Tive o prazer de conhecer os dois únicos amores incondicionais que um ser humano pode experimentar: o da mãe e o de um cão. Lamentavelmente, alguns de nós sofremos com a incompreensão dos demais, alheios a esse fascínio ("Meu cachorro", 15 de novembro).
Rosangela Oliva

Linda a crônica de Walcyr Carrasco sobre o Uno. Espero que ele esteja em paz.
Maitê Proença

Alguém já viu gato de mendigo? Não existe, porque, quando o gato percebe que a vida será difícil, cai fora. O cachorro fica, porque é fiel.
Sandra Munimos Soares

Já perdi pais, avós e uma infinidade de parentes, mas nada foi tão doído quanto perder um cão que ficou dezoito anos comigo.
José Renato de Campos Carvalho

Tenho 51 anos, três filhos, três cachorras e quatro gatos. Lágrimas vieram aos meus olhos nas últimas quatro linhas da crônica. O amor de um cão é o único verdadeiro.
Gilmar Valverde

Perdi Pitucha em fevereiro por problemas hepáticos. Ela tinha 6 anos. Cheia de carinho, nunca se lamentou nem deu um uivo. Não queria que eu sofresse. Eu procurava não chorar perto dela. Não queria que ela soubesse que a doença era séria.
Nelson Hermes Ghiraldini

Miró, meu gato, fez 12 anos em outubro. Estou sentindo o mesmo que Walcyr Carrasco. Miró está doente e estranho. Fico imaginando o vazio que vai me dar quando ele partir.
Suzana Regazzini

Passei por uma fase difícil quando perdi minha gata Letícia. Só encontrei conforto na adoção de Preta Gil de Camargo Leite Almeida Soares – A Princesa do Quilombo –, uma gata nascida e maltratada numa rodoviária.
Doca Ramos Mello

 

"Meu cachorro" bate todos os recordes

Mario Rodrigues

Walcyr Carrasco e o husky Uno: 272 cartas


A crônica "Meu cachorro", de Walcyr Carrasco, bateu o recorde de cartas para a redação de Veja São Paulo. Até quinta-feira, no fechamento desta edição, haviam chegado 272 mensagens. Praticamente todas são de solidariedade à doença do husky Uno. O recorde anterior era de 2001, relativo ao ranking das cinqüenta melhores escolas de São Paulo, que motivou a manifestação de 188 leitores. Em maio deste ano, a reportagem "Eles sabem que podem morrer", sobre o trabalho de policiais militares, rendeu 126 mensagens. A edição especial Classe AAA, de maio de 2005, recebeu 125. A capa "O incrível custo da vaidade", publicada em julho de 2002, 122.

 
 
 
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