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Gente

Terraço Paulistano

20.04.2007

 

Por Alvaro Leme

Sai o tutano, entra a água

Daniela Toviansky

Mariangela

Mariangela: de volta ao mundo dos cosméticos

Fundadora da marca de cosméticos Ox, a empresária e socialite Mariangela Bordon andou meio sumida desde que vendeu a empresa, em 2003. "Precisei ficar de quarentena", diz, sobre uma cláusula contratual que a impedia de se envolver com qualquer atividade ligada a cosméticos durante três anos após a negociação. O tempo voa e, em maio, ela lança outra grife de cremes, xampus e afins. Diferença principal: em vez de tutano de boi, o ingrediente principal dos produtos será água. Workaholic assumida, ela se confessa um pouco cansada com a correria. "Mas prefiro assim", diz. "Ficar em São Paulo sem trabalhar é muito chato."

 

Balzaca à beira de um ataque de nervos

Lívio Campos

Mônica

Mônica: inspiração na própria solteirice


A atriz Mônica Martelli estava solteira havia três anos quando chegou a uma das idades mais temidas pelas mulheres: 35. O período de vacas magras serviu como inspiração para o texto de Os Homens São de Marte... e É pra Lá que Eu Vou, em que ela (hoje, aos 37, noiva) interpreta uma balzaquiana louca para desencalhar. A peça, que acaba de estrear em São Paulo, levou ao teatro 150.000 cariocas graças a tiradas hilárias como estas:

"Nos anos 70, minha mãe saía com uma plaquinha pela rua escrito: 'Quem precisa dos homens?'. Vou sair com outra: 'Eu preciso!'."

"Depois dos 30 é mais fácil ser abduzida por um ET do que encontrar um cara legal."

"Mulher e casamento são como cartão de milhagem. Solteira é o cartão básico. Casou, passou para o prata. Se durar, cartão ouro. Agora, se ficar viúva, é diamante!"

"Bastou ser educado comigo que eu me apaixono!"

"A situação está esquisita. Dos homens que conheço, 30% são casados, 40% são gays e 30% são baixinhos."

"O cara é muito novinho, tem 20 anos. Para mim é quase líquido amniótico. Tenho um brinco mais velho que ele."

 

"Minha vida é essa mistura de gente"

Marina Malheiros

Adriane, com Fafá de Belém

Adriane, com Fafá de Belém: pique-pique com várias turmas

Um pássaro amarelo de 3 metros de altura roubava os olhares na pacata rua do Jardim Europa onde aconteceu o aniversário de Adriane Galisteu, na última terça. Era um coitado escalado pela produção do Viva a Noite, do SBT, para fazer gracinhas com famosos à moda do povo do Pânico na TV (que também estava por lá). As celebridades, mal chegavam, eram convidadas a dançar com o bicharoco. "Passarinho quer dançar, o rabicho balançar, porque acaba de nascer..." foi o som que ecoou pela vizinhança de Lucilia Diniz, anfitriã da noite. "Ela me deu a festa de presente", conta Adriane, que completou 34 anos.

• Lá dentro, a atriz Danielle Winits revezava-se no balcão de sushis com o apresentador Marcio Moraes (quem?), do programa Companhia de Viagem, da Rede TV!. Curioso também foi ouvir a gargalhada inconfundível de Fafá de Belém perto do sofá em que Arnaldo Jabor batia papo com a jornalista Fabiana Scaranzi. "Minha vida é essa mistura de gente", explicava a aniversariante.

• Preta Gil e Luciana Vendramini protagonizaram um momento de farpas. "Que cabelo é este, que eu usava vinte anos atrás?", perguntou a loira, mexendo nos cabelos da "amiga". "É inspirado nas paquitas mesmo", respondeu Preta. O figurino de Luciana, que começou a vida como paquita, foi criticado à boca pequena. A piada: o vestido branco, que não lhe caiu muito bem, é da marca "abominável grife das neves".

 

Que bolsa você usa?

Fernando Moraes

Bia Lara

Bia Lara: no que depender dela, as sacolas de plástico já eram

Já pensou se, em vez de sacolas com a logomarca da Louis Vuitton e da Ferragamo, as peruas passassem a circular pelo shopping com uma bolsinha de pano para carregar as compras? E com o próprio nome bordado! É essa a ambição da empresária Bia Lara. Ligada em ecologia a ponto de deixar o carro em casa para não poluir, ela quer emplacar em São Paulo a moda da Sacola do Bem. Feito de tecido, o acessório, que ela vende em sua loja de bordados no Iguatemi, é considerado ecologicamente correto – ao contrário do plástico e do papel. "É uma febre na Europa", garante ela. Claro, faturar um pouquinho não é nada mau: cada unidade custa 95 reais.

 

Um carro na parede

Fernando Moraes

Mesquita

Mesquita, com seu F-1: "É uma obra de arte"


Quando menino, o apresentador de televisão Otávio Mesquita sonhava ser piloto de Fórmula 1. Não rolou. "Minha família era bem humilde", conta. Para provar que os dias de pobrinho ficaram no passado, ele acaba de pendurar na parede de sua casa um carro de corrida que foi da escuderia Jordan. Isso mesmo, um carro. "O Giancarlo Fisichella venceu o GP Brasil, em 2003, com ele", garante Mesquita, que gastou cerca de 300.000 dólares no brinquedinho (valor que ele se esquiva de comentar). "É uma verdadeira obra de arte."

 

 

 
 
 
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