Aos 79 anos, o megaempresário Antônio Ermírio de Moraes continua atrás de mais trabalho. Sua nova empreitada: o recém-inaugurado Hospital São José
"Estou planejando abrir um negócio na noite, e a reportagem me ajudou muito a entender melhor esse universo."
Gustavo Morais
Meus parabéns pela reportagem de capa de Veja São Paulo ("Os príncipes da balada", 28 de novembro). Muito bem detalhada, mostra o poder de cada um desses empresários.
Débora Liz
Qualquer consumidor em sã consciência prefere comprar um produto legal a um pirata ("Pirataria descarada", 28 de novembro). O número de freqüentadores dessas galerias certamente é um forte indício de que a atual carga tributária fortalece o contrabando.
Daniel Alves Bonaldi
Nada justifica a pirataria e o contrabando. Mas, se os impostos não fossem tão absurdos, a busca por esse tipo de produto seria bem menor.
Alexandre Puga
Todo mundo condena a pirataria, mas ela não existiria se os produtos não fossem tão tributados como são. Afinal, o que atrai os clientes aos locais mostrados pela reportagem é o simples fato de que lá eles encontram tudo muito mais barato que no comércio formal.
Mauro Sznelwar
É inaceitável que, em pleno coração da avenida mais importante da cidade, tida como orgulho dos paulistanos, funcionem shoppings que comercializam livremente e sem notas fiscais produtos contrabandeados, pirateados e de origem escusa.
Sérgio Sayeg
Muito interessante o teste cego de Veja São Paulo ("A prova dos panetones", 28 de novembro). Sempre acreditei que o mais caro fosse o melhor, mas o da marca Village realmente surpreendeu. Depois de ler a reportagem, comprei o produto e agora dou o braço a torcer.
Silvia Cristina Souza
Adorei a comparação entre os panetones. Esperamos que, numa próxima oportunidade, seja feito o mesmo teste com os de chocolate.
Claudia do Valle
Parabenizo os dentistas Marcelo Kyrillos, Marcelo Moreira e Adauto de Freitas pela inauguração desse consultório odontológico de altíssimo nível ("Não parece, mas... é um consultório", 28 de novembro). Numa época de grande desvalorização da odontologia – com convênios, clínicas populares e baixo nível de atendimento –, esses renomados dentistas engrandecem muito a arte e a ciência de curar e restabelecer a estética através da boca. O empreendimento merece sucesso e deve contar com o apoio de todos.
Ruy Hizatugu,cirurgião dentista
Sem dúvida, seu último texto é o retrato de uma grande parcela de brasileiros, que seguem aquela lógica viciosa do "está ruim, mas está bom" ("Queridíssima:", 28 de novembro). Reclamam como forma de passar o tempo? Querem ter um ombro amigo? Ou seguem seus iguais automaticamente, sem nem refletir sobre o real motivo da reclamação?
Guilherme Teno Castilho Missali
Adorei sua crônica "Pitangas" (14 de novembro). Se quiser comê-las, vá ao bosque do Museu do Ipiranga. Ali existem muitas pitangueiras carregadas – nem os pássaros dão conta delas. De quebra, você poderá colher também algumas jacas, madurinhas. Sugiro que vá bem cedo, por volta das 7 horas, quando os pássaros e sagüis estão acordando e proporcionam grande alegria ao coração. Tenho certeza de que, com essa receita, você terá momentos de inspiração para colocar em palavras tudo o que sentir. Nos jardins do museu passei momentos muito felizes, desde minha infância até os dias de hoje.
Maria Aparecida Godoi
Parabéns pela bem estruturada reportagem "O que falta para a cidade marcar um golaço na Copa" (21 de novembro). Com a vocação de bem receber os visitantes, equipes de futebol cheias de grandes conquistas e toda a oferta de hotéis, restaurantes, museus, entretenimento etc., não há sequer a possibilidade de São Paulo ficar de fora de um evento como esse. Será uma oportunidade imperdível para mostrarmos ao mundo por que a cidade é tudo de bom.
Orlando de Souza,
presidente da São Paulo Convention & Visitors Bureau
Finalmente uma reportagem que mostra a versão da doutora Loriti sobre a história ("‘O Abadía acabou com a minha vida’", 21 de novembro). Sempre acreditei em sua honestidade, mas muitos meios de comunicação preferiram fazer sensacionalismo em detrimento do jornalismo ético.
Priscila Morais
A doutora Loriti que conheço é uma pessoa íntegra, muito distante da imagem fútil e negligente apresentada pela reportagem. Ela merece destaque na imprensa pela ótima profissional que é, e não pelo traficante que dela escondeu a identidade o tempo todo.
Rafael Gaspar
Lamentável o ocorrido com a doutora Loriti, minha amiga e uma cirurgiã muito responsável.
Maria Eugenia Bussamra
Há trinta anos, acompanho de perto a vida pessoal e profissional da doutora Loriti – a formatura, os anos de residência médica, o aperfeiçoamento, a dedicação e a determinação em se tornar uma profissional capacitada, muitas vezes abrindo mão do tempo precioso que poderia estar sendo gasto com seu marido e seus filhos. Sei de sua idoneidade moral e sou testemunha de que ela paga suas contas com o dinheiro conseguido por meio do trabalho.
Roselly Caldeira de Faria
Correções: • A foto publicada na reportagem "Tem elefante? Não tem, não, senhor" (28 de novembro) mostra a acrobata Adriana Telg, ex-integrante do Circo Roda Brasil, e não Yuliya Goryagina, como foi identificado.
• Ao contrário do informado na nota "Presépio modesto, mas chique" ("Terraço Paulistano", 21 de novembro), o presépio montado no Palácio dos Bandeirantes neste fim de ano foi doado por Omar Gonçalves de Moreschi. O presépio que pertenceu a Ciccillo Matarazzo está exposto permanentemente no Museu de Arte Sacra.