O boletim dos campeões do Enem..
Embalagem e conteúdo
Renata Ursaia/Revista TPM
Marone: à vontade diante das lentes
Faz pouco tempo que o ator paulistano Sérgio Marone se separou de Alinne Moraes, a vilã bonitona da novela das 8. A julgar pela estampa de ex-modelo, não será surpresa se a solteirice for breve. Sobretudo a partir da próxima semana, quando o galã aparecerá assim, à vontade, na revista TPM. "Estava me trocando e a fotógrafa achou que umas poses mais naturais ficariam bacanas", conta. "Topei na hora." As aspirantes ao posto de namorada (ou coisa que o valha) não podem ser muito exigentes no quesito roupa íntima. "Só tenho cuecas surradas e meias rasgadas", avisa ele, que usou uma peça de seu acervo pessoal na foto acima.
Finalmente o disco-solo
Marcos Pinto
Nina: "Quase tudo o que escrevo é romântico"
Tão logo entrou para o grupo carioca Orquestra Imperial, Nina Becker caiu nas graças dos habitués da cena musical no eixo Rio–São Paulo – em geral, gente cool como o tom de voz da cantora. Parecia óbvio que uma carreira-solo se anunciava. Demorou seis anos, mas está para sair do forno seu primeiro CD, com algumas composições próprias. "Não vou deixar a Orquestra", avisa. O show de estréia rola na quinta (17), no moderninho Studio SP, na Vila Madalena. Recebeu o nome Amor Extremo, que ela considera a sua cara. "Quase tudo o que escrevo é romântico", diz. "Queria criar uma canção sobre, sei lá, cotonetes."
Apadrinhados pelo governo francês
Leo Feltran
Carol, Sibaud, Bousquet e Raffaelli: "Sonho de faculdade", diz ela
Quem tem padrinho, diz o ditado, não morre pagão. Por isso os arquitetos da Triptyque debulharam-se em lágrimas ao saber que haviam recebido um prêmio do governo francês. "Sabe sonho de faculdade? Virou realidade", explica Carolina Bueno, a única brasileira da turma. Ela e os parceiros Guillaume Sibaud, Gregory Bousquet e Olivier Raffaelli – todos da terra de Sarkozy, diga-se – passam a integrar uma lista de apadrinhados pelo Ministério da Cultura da França. "Seremos convidados a participar de licitações públicas de lá", diz a moça. Entre os projetos que garantiram a vitória (eram 260 inscritos para quinze troféus), o mais curioso fica na Vila Madalena: um prédio verde em cuja fachada (na foto acima) há mais de 5 000 mudas de plantas.
"Já me expus demais"
Marcos Pinto
Suzana: bom desempenho no cinema e pós-graduação em teologia
Alguém aí imaginava que um dia Suzana Alves roubaria a cena num filme? É, minha gente. Em Falsa Loura, drama de Carlos Reichenbach que estréia na sexta (18), a ex-Tiazinha manda bem na pele de uma assanhada operária. Num de seus momentos mais inspirados, convence a protagonista a comentar as medidas de um rapaz (sim, isso mesmo que você pensou). "Não teria um papo desses na vida real", garante. A voz de Suzana continua a mesma, mas os cabelos e o comportamento... "Sou cristã, não ligada a religiões", diz ela, jornalista formada, aspirante a uma vaga num mestrado da USP e aluna de pós-graduação em teologia. Não dá um pio sobre sua vida pessoal, ao contrário do que fazia na época de boazuda mascarada. "Já me expus demais."
Memórias de uma frenética
Vania Toledo/divulgação
Sandra, em foto da fase áurea do grupo: "Histórias surreais"
Sucesso entre 1976 e 1982 – período em que foi imortalizado o hit-chiclete Dancin’ Days –, o grupo Frenéticas lotava estádios e vendia milhares de discos. Integrante da formação original, a atriz e cantora Sandra Pêra compilou suas memórias da fase áurea vivida com as amigas de palco Lidoka, Edir, Dudu, Leiloca e Regina. "Algumas histórias são tão surreais que nem parecem verdadeiras", admite. Na quarta (16), ela lança na Fnac da Avenida Paulista o livro As Tais Frenéticas, recheado de momentos inusitados ou marcantes como estes:
• "Numa entrevista, Ronaldo Bôscoli perguntou se eu havia tido alguma experiência homossexual. Respondi que sim, que não sou radical. Não tenho preferências. Eu me apaixono e pronto. À noite, Nelsinho Motta me ligou e sugeriu que pedisse a ele para não publicar minha declaração".
• "Nunca comprei cocaína, mas todos os dias ela chegava de presente ou simplesmente através de amigos que queriam nossa companhia".
• "No Rio, fomos fazer um show em Bangu. Havia umas 10.000 pessoas e oito policiais faziam a segurança. Começou uma briga feia na platéia. De repente, uma garrafa de Coca-Cola me acertou a barriga".
• "Em pé numa recepção do hotel, estava um padre muito, muito, muito magrinho. Ele veio em nossa direção, parou com a mãozinha na cintura e começou a dançar e cantar: ‘Eu sei que eu sou bonita e gostosa...’ "
Colaborou Giovana Romani