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A OPINIÃO DO LEITOR

Chega de saudade

 

16.07.2008

 

Quem assistir às comemorações dos cinqüenta anos da bossa nova no Parque do Ibirapuera sentirá saudade também da época em que o trânsito não era tão crítico quanto agora ("Isso é bossa nova, isso é muito natural", 9 de julho).
Mônica Delfraro David

Excelente a reportagem a respeito do gênero musical mais simbólico do Brasil. Porém, como historiador do assunto, afirmo que Toquinho não tem nada a ver com isso. É um erro comum que as pessoas cometem ao citar esse grande violonista.
Cesar Fischetti

 

Protestos

O título da reportagem não poderia ser mais feliz ao expressar a indignação daqueles que amam São Paulo contra o individualismo que assola a cidade ("Eles não amam São Paulo", 9 de julho).
Claudia Franco

Os manifestantes são paulistanos que amam o saber e o trabalho, mesmo correndo perigos. A cidade não pára. Mas nós somos a cidade, não é mesmo?
Juliano Augusto de Oliveira

Muito oportuna a reportagem sobre o que determinadas categorias fazem na capital e sobre como acabam prejudicando toda a população.
Orlando Moschini

Enquanto as autoridades não deixarem a demagogia de lado e atuarem para o bem da população, essa situação esdrúxula continuará. Parece que elas têm medo de prender, de cobrar devidamente os irresponsáveis manifestantes. Querem fazer greve? Façam no Sambódromo. Cadeia e multa para eles.
Euclydes Barbulho

 

Terraço Paulistano

Muito boa a nota sobre a cantora Luciana Mello ("Simpáááááática", 9 de julho). Estranhei o título, mas quando li o texto conclui que não estava maluco. Tive o desprazer de estar no mesmo recinto que essa moça uma única vez. Na ocasião, observei-a esculhambando uma fã na minha frente. Que prepotência!
Luiz Felipe Stevenson

Destaquei para guardar a página de Veja São Paulo que traz a pequena (e suficiente) entrevista com a antipática cantora Luciana Mello. Irei usá-la sempre que precisar de um claro exemplo de arrogância e falta de educação. A moça, que eu não acho tão bonita assim e que estudou "a vida toda" para ser cantora, está se achando. Aliás, não consigo gostar das músicas dessa gente forjada em escolas musicais, muitas vezes uma forma de compensar o talento não transferido, como é o caso da "simpáááááática" garota cujo pai é um cantor genial.
Antonio Pereira Silva

 

Ivan Angelo

Parabéns pela crônica "Sem tempo" (9 de julho). Você acertou na mosca. Sou profissional liberal e tenho 44 anos. Nunca me casei, mas tive vários namoros, um dos quais durou cinco anos. Minhas amigas separadas, viúvas e solteiras, na faixa dos 40 anos, assim como eu, também querem um relacionamento estável. Contudo, apesar de a vida ser a arte dos encontros, como dizia o saudoso Vinicius de Moraes, há tantos desencontros...
Silvana Menezes

Por incrível que pareça, me chamo Antivan. Mas nada tenho contra você, como talvez o "anti" do meu nome possa dar a entender. Quero apenas cumprimentá-lo pelas crônicas publicadas na Vejinha, que tenho lido com muita admiração.
Antivan Guimarães Mendes

Tenho 32 anos e estou curtindo o inverno, com muito pesar, sozinha. Para não dizer completamente sozinha, tenho duas gatinhas que me fazem companhia – o que não se compara ao calor humano. É ótimo ser independente, ter liberdade etc., mas o frio dos últimos dias está castigando os solteiros. É à noite, embaixo das cobertas, que faz falta um amor. Nem que por uma noite, só para esquentar.
Tatiana Bucher Salles

Você tem razão quanto à durabilidade dos romances de inverno. Minha avó já dizia que "amor de praia não sobe a serra".
Vanessa Tobias

 

Paulo Maluf

Agradeço a Veja São Paulo a lucidez e o respeito por seus leitores, ao nos poupar de uma figura tão nefasta como o senhor Paulo Maluf na capa da revista ("E ele ainda quer ser prefeito", 2 de julho).
Aires Marques de Oliveira Medeiros

Li com pesar a entrevista publicada com o ex-governador Paulo Maluf. Entendo que a atitude desrespeitou os leitores e eleitores paulistanos.
Daniel Rodrigues

 

Especial – Trânsito

Acho um absurdo o que acontece com o trânsito paulistano ("O inferno nosso de cada dia", 2 de julho). O problema dos corredores de ônibus, por exemplo, é que há muitas linhas no mesmo espaço. Os itinerários precisam ser mais bem distribuídos.
Mauricio Perroud Graciano

Vejo, leio e escuto muitas reportagens sobre o trânsito em São Paulo e a necessidade de investimentos em transporte público. Entretanto, ninguém menciona a necessidade do uso de transporte escolar para diminuir o número de carros em circulação. Uma van, dependendo do tamanho, pode levar de doze a 29 crianças. Assim, além de reduzir significativamente a ocorrência de carros parados em fila dupla na porta das escolas, os pais economizariam tempo e dinheiro – já que o custo seria mais baixo do que o valor investido para usar o carro diariamente.
Luiz Carlos Barbosa

Correção: a porção de mini-hambúrgueres do Ritz, que custa 27 reais, vem com três sanduíches, três molhos e dois acompanhamentos ("Delícias tamanho PP", 9 de julho).

 
 
 
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