Do chocolate às aulas de ioga com instrutor de Madonna, quarenta sugestões para sair de casa no frio
Quem assistir às comemorações dos cinqüenta anos da bossa nova no Parque do Ibirapuera sentirá saudade também da época em que o trânsito não era tão crítico quanto agora ("Isso é bossa nova, isso é muito natural", 9 de julho).
Mônica Delfraro David
Excelente a reportagem a respeito do gênero musical mais simbólico do Brasil. Porém, como historiador do assunto, afirmo que Toquinho não tem nada a ver com isso. É um erro comum que as pessoas cometem ao citar esse grande violonista.
Cesar Fischetti
Protestos
O título da reportagem não poderia ser mais feliz ao expressar a indignação daqueles que amam São Paulo contra o individualismo que assola a cidade ("Eles não amam São Paulo", 9 de julho).
Claudia Franco
Os manifestantes são paulistanos que amam o saber e o trabalho, mesmo correndo perigos. A cidade não pára. Mas nós somos a cidade, não é mesmo?
Juliano Augusto de Oliveira
Muito oportuna a reportagem sobre o que determinadas categorias fazem na capital e sobre como acabam prejudicando toda a população.
Orlando Moschini
Enquanto as autoridades não deixarem a demagogia de lado e atuarem para o bem da população, essa situação esdrúxula continuará. Parece que elas têm medo de prender, de cobrar devidamente os irresponsáveis manifestantes. Querem fazer greve? Façam no Sambódromo. Cadeia e multa para eles.
Euclydes Barbulho
Terraço Paulistano
Muito boa a nota sobre a cantora Luciana Mello ("Simpáááááática", 9 de julho). Estranhei o título, mas quando li o texto conclui que não estava maluco. Tive o desprazer de estar no mesmo recinto que essa moça uma única vez. Na ocasião, observei-a esculhambando uma fã na minha frente. Que prepotência!
Luiz Felipe Stevenson
Destaquei para guardar a página de Veja São Paulo que traz a pequena (e suficiente) entrevista com a antipática cantora Luciana Mello. Irei usá-la sempre que precisar de um claro exemplo de arrogância e falta de educação. A moça, que eu não acho tão bonita assim e que estudou "a vida toda" para ser cantora, está se achando. Aliás, não consigo gostar das músicas dessa gente forjada em escolas musicais, muitas vezes uma forma de compensar o talento não transferido, como é o caso da "simpáááááática" garota cujo pai é um cantor genial.
Antonio Pereira Silva
Ivan Angelo
Parabéns pela crônica "Sem tempo" (9 de julho). Você acertou na mosca. Sou profissional liberal e tenho 44 anos. Nunca me casei, mas tive vários namoros, um dos quais durou cinco anos. Minhas amigas separadas, viúvas e solteiras, na faixa dos 40 anos, assim como eu, também querem um relacionamento estável. Contudo, apesar de a vida ser a arte dos encontros, como dizia o saudoso Vinicius de Moraes, há tantos desencontros...
Silvana Menezes
Por incrível que pareça, me chamo Antivan. Mas nada tenho contra você, como talvez o "anti" do meu nome possa dar a entender. Quero apenas cumprimentá-lo pelas crônicas publicadas na Vejinha, que tenho lido com muita admiração.
Antivan Guimarães Mendes
Tenho 32 anos e estou curtindo o inverno, com muito pesar, sozinha. Para não dizer completamente sozinha, tenho duas gatinhas que me fazem companhia – o que não se compara ao calor humano. É ótimo ser independente, ter liberdade etc., mas o frio dos últimos dias está castigando os solteiros. É à noite, embaixo das cobertas, que faz falta um amor. Nem que por uma noite, só para esquentar.
Tatiana Bucher Salles
Você tem razão quanto à durabilidade dos romances de inverno. Minha avó já dizia que "amor de praia não sobe a serra".
Vanessa Tobias
Paulo Maluf
Agradeço a Veja São Paulo a lucidez e o respeito por seus leitores, ao nos poupar de uma figura tão nefasta como o senhor Paulo Maluf na capa da revista ("E ele ainda quer ser prefeito", 2 de julho).
Aires Marques de Oliveira Medeiros
Li com pesar a entrevista publicada com o ex-governador Paulo Maluf. Entendo que a atitude desrespeitou os leitores e eleitores paulistanos.
Daniel Rodrigues
Especial – Trânsito
Acho um absurdo o que acontece com o trânsito paulistano ("O inferno nosso de cada dia", 2 de julho). O problema dos corredores de ônibus, por exemplo, é que há muitas linhas no mesmo espaço. Os itinerários precisam ser mais bem distribuídos.
Mauricio Perroud Graciano
Vejo, leio e escuto muitas reportagens sobre o trânsito em São Paulo e a necessidade de investimentos em transporte público. Entretanto, ninguém menciona a necessidade do uso de transporte escolar para diminuir o número de carros em circulação. Uma van, dependendo do tamanho, pode levar de doze a 29 crianças. Assim, além de reduzir significativamente a ocorrência de carros parados em fila dupla na porta das escolas, os pais economizariam tempo e dinheiro – já que o custo seria mais baixo do que o valor investido para usar o carro diariamente.
Luiz Carlos Barbosa
Correção: a porção de mini-hambúrgueres do Ritz, que custa 27 reais, vem com três sanduíches, três molhos e dois acompanhamentos ("Delícias tamanho PP", 9 de julho).