A 28 a Bienal e outros bons programas que o paulistano pode fazer sem pôr a mão no bolso
Um carrão feito de 35 000 carrinhos
| Fotos Fernando Moraes |
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As lojas de brinquedo da Rua 25 de Março tiveram um desfalque no estoque de carrinhos quando o artista plástico paulistano Edu Cordeiro passou por lá, há três meses. Ele comprou 35 000 réplicas coloridas chinesas, de 1 a 3 reais, e grudou-as com cola quente em uma estrutura plástica na forma de picape. "Foram cinqüenta dias de trabalho", conta Cordeiro, que pintou tudo no final. Estrela de um comercial de TV, a "obra" será exposta em um estande do Salão Internacional do Automóvel, a partir de quinta (30), no Anhembi (
2226-0400).
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O Guia de Assinantes On-line e a Central 102, serviços da Telefônica para a busca de telefones, praticamente mataram as listas de papel. Juntos, os dois recebem cerca de 15 milhões de consultas mensais. Desde 2002, os calhamaços de até 2 quilos e quase1 600 páginas não são mais distribuídos aos 11,9 milhões de assinantes da concessionária espanhola. Agora, só ganha o trambolho quem pede. E são poucos: apenas 41 000 paulistanos, ou 0,3% dos assinantes.
| Fotos Mario Rodrigues |
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De 3 a 7 de novembro, lutadores mecânicos (foto) se enfrentarão na Robocup, uma peleja entre robôs criados pelos 280 estudantes do 1º ano de sistemas da informação da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). Há nove meses, 54 equipes se preparam para as batalhas. Ganha quem conseguir estourar a bexiga do inimigo. A tarefa vale nota e desconto nas mensalidades de 2009. Entre segunda (27) e sexta (31), podem-se conferir, de graça, os trabalhos no hall da Fiap (Avenida Lins de Vasconcelos, 1222, Aclimação,
3385-8000, das 8h às 23h).
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Se você encontrar um livro no ônibus ou no banco da praça a partir de quarta (29), não precisa procurar o dono. Leia-o, cadastre o número da etiqueta no site www.livroparavoar.com.br e perca-o novamente por aí, participando do BookCrossing, uma rede de trocas presente em noventa países. Quem preferir pode levar - ou buscar - o seu a um dos 58 postos de combustível Ale na cidade. A rede encabeça a campanha espalhando pela capital mais de 2 900 unidades de vinte títulos.
| Arquivo pessoal Tuta Carvalho |
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O ano era 1951. São Paulo recebia sessenta pilotos de todo o Brasil para o 2º Grande Prêmio Automobilístico Getúlio Vargas. Uma das promotoras da corrida de rua era a Rádio Panamericana, a futura Jovem Pan, que transmitiu a prova da própria estrada - e vai lançar em novembro, na rede Fnac, o livro Sete Capítulos e Uma Grande História, com imagens como esta. Diante de um dos carros está Wilson Fittipaldi, o Barão, locutor da emissora paulistana entre 1948 e 1985. Aos 31 anos (hoje ele tem 88), era pai dos futuros pilotos de Fórmula 1 Emerson e Wilsinho. Só anos mais tarde, em 1972, a capital paulista receberia seu primeiro GP de Fórmula 1. O 37º acontece no próximo domingo (2).
Com reportagem de Fernando Cassaro e Filipe Vilicic
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