Uma radiografia de vinte hospitais particulares da cidade que ampliam suas instalações, investem em novos equipamentos e criam 1800 leitos
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AMILCAR DE CASTRO E WILLYS DE CASTRO. A retrospectiva da produção gráfica dos concretistas Amilcar de Castro (1926-2002) e Willys de Castro (1926-1988) exibe trabalhos ligados à moda, à arquitetura e ao jornalismo. Famoso como escultor, Amilcar teve reunidas ilustrações para revistas, jornais e capas de livros. Do pintor e desenhista Willys, há poemas, cartazes, esculturas de parede e quatro vestidos com estampas criadas para uma coleção da Rhodia em 1967. Instituto de Arte Contemporânea. Rua Maria Antônia, 258 (Centro Universitário Maria Antônia), Vila Buarque,
3255-2009. Terça a sábado, 10h às 18h; domingo e feriados, 12h às 17h. Grátis. Até 2 de agosto.
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ARTE FRÁGIL, RESISTÊNCIAS. É muito difícil que uma coletiva sobre o meio ambiente não caia em algum momento no discurso panfletário. Isso acontece com essa mostra, que reúne nove artistas brasileiros e oito franceses em 24 trabalhos. Entre as obras dos engajados estão as previsíveis fotografias de incêndio e paisagens devastadas de José Bento e Caio Reisewitz. Felizmente, os pontos positivos superam os negativos. Vale a pena reservar alguns minutos para observar as instalações de François Méchain (um corredor com gramado e facas penduradas no teto) e do grupo Etsedron (uma civilização selvagem feita, em tamanho real, com cipó e vara). A montagem traz ainda uma sala com treze esculturas de Frans Krajcberg, realizadas a partir de pedaços de troncos e raízes de árvores queimadas. MAC-Ibirapuera. Pavilhão da Bienal, 3º andar, Parque do Ibirapuera, portão 3,
5573-9932. Terça a domingo e feriados, 10h às 19h. Grátis. Até 9 de agosto.
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DE VALENTIM A VALENTIM, A ESCULTURA BRASILEIRA – SÉCULO XVIII AO XX. Composta de 370 peças, a megamostra repassa quase dois séculos e meio de história da escultura no Brasil. Os "valentins" do título são Mestre Valentim (1745-1813), autor de incríveis santos de madeira e de retábulos para igrejas cariocas, e o geométrico baiano Rubem Valentim (1922-1991). Foram contemplados pela coletiva, entre outros, nomes como Ernesto De Fiori, Victor Brecheret e Frans Krajcberg. Museu Afro Brasil. Parque do Ibirapuera, portão 10,
5579-0593. Terça a domingo e feriados, 10h às 17h. Grátis. Até dia 19.
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FAYGA OSTROWER. Nascida na Polônia e radicada no Brasil desde os 13 anos, Fayga Ostrower (1920-2001) tornou-se uma das principais gravadoras do país. Sua longa e variada trajetória é repassada em retrospectiva de setenta trabalhos pertencentes ao acervo da Pinacoteca do Estado, parte deles adquirida neste ano. Há desde gravuras em preto e branco do início de carreira, quando Fayga sofria influência do expressionismo alemão, até a adesão ao abstracionismo, a partir dos anos 60. Sua produção madura destaca-se pela preocupação com as cores, sempre ostensivas, e as formas. Símbolos orientais, por exemplo, aparecem como referência em algumas peças. Estação Pinacoteca. Largo General Osório, 66, Luz,
3387-0185, Metrô Luz. Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. R$ 6,00. Grátis aos sábados. Até 25 de outubro.
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MATTA. Nome celebrado do surrealismo na América Latina, o chileno Roberto Matta (1911-2002) nutria grande paixão pelo Dom Quixote, de Miguel de Cervantes. Costumava dizer que a história do cavaleiro da triste figura sintetizava com perfeição os principais dramas humanos: o amor, a ilusão e a morte. No fim da vida, o artista passou a criar obras inspiradas no romance. Cinquenta e uma delas estão reunidas em Don Qui, o Quixote de Matta. São 35 delirantes litografias, dez reproduções de desenhos mais seis oníricos pastéis. Ainda integra a mostra uma rara edição do clássico livro em forma de caixa de fósforos, ilustrada por Matta e lançada em uma tiragem de apenas 500 exemplares. Instituto Cervantes. Avenida Paulista, 2439,
3897-6909, Metrô Consolação.
Segunda, 8h às 20h; terça a sexta, 8h às 21h; sábado, 9h às 15h. Grátis. Até dia 30. Fecha na quinta (9).
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MICHEL KIKOÏNE. Pouco tempo antes de eclodir a I Guerra Mundial surgiu informalmente na capital francesa a Escola de Paris. Tratava-se de um grupo formado por pintores expatriados, como o italiano Amedeo Modigliani e o russo Marc Chagall, que buscavam espaço para desenvolver seu trabalho na efervescente cidade. Entre eles estava também o bielo-russo Michel Kikoïne (1892-1968), contemplado com uma rara individual de 27 trabalhos no Centro da Cultura Judaica. O artista chegou à França em 1912, e sua produção sofreu de imediato o impacto do pós-impressionismo de gênios como Vincent van Gogh e, sobretudo, Paul Cézanne. Nota-se a influência do movimento nas sensíveis telas, nos desenhos e nas gravuras da mostra: as paisagens e os retratos de Kikoïne são marcados por traços levemente deformados, pinceladas livres e grande variedade de cores. Centro da Cultura Judaica. Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré,
3065-4333, Metrô Sumaré. Terça a sábado, 12h às 21h; domingo e feriados, 12h às 19h. Grátis. Até 9 de agosto.
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PEDRO WEINGÄRTNER. Leia em Veja São Paulo Recomenda. Pinacoteca do Estado. Praça da Luz, 2,
3324-1000, Metrô Luz.
Terça a domingo e feriados, 10h às 18h. R$ 6,00. A bilheteria fecha meia hora antes. Grátis aos sábados. Até 9 de agosto.